Amor flerte

Flerte - O Jogo do Amor, Dirigido por: John Stewart Muller, Estrelando Brandon Routh, Courtney Ford, Nick Wechsler, Shoshana Bush, Steve Sandvoss - Sinopse: Uma visão moderna e sensual da clássica história de amor com uma reviravolta provocante, Flerte - O Jogo do Amor conta a história de Samantha e Mason e como eles lidam com as complicações de uma relação aberta. Queremos darle la bienvenida a la página de los brujos del amor expertos en amarres en el Salvador. Somos brujos provenientes de chamanes amazónicos, desde hace más de 20 años hemos aprendido todos los trabajos de santería espiritual para problemas de amor, para recuperar a la pareja, y para estar feliz con el ser amado. Desde el primer momento en el que leas la Efectiva Fuerte Para el Amor, vas a comprobar el enorme poder que tiene. Es posible que sientas un cosquilleo por las manos o los pies. Incluso algunas personas sienten que hablan directamente con el Todopoderoso. Y es que, sea como sea, esta Oración Sagrada y Fuerte para el Amor atraerá con mucha fuerza el auténtico Amor Verdadero a tu camino (como ... amor.com: afeto e flerte na quarentena Com o isolamento social, a tecnologia e os aplicativos de relacionamento têm ajudado a driblar a solidão e conectar pessoas. Por Fernanda Rosário, Flávia Gasparini e Nayara Campos. Business vector created by pikisuperstar – www.freepik.com. Verso: A D A Pueden robarte el corazon D A cagarte a tiros en Moron D E pueden lavarte la cabeza Esus4 E por nada La escuela nunca me enseñó que al mundo lo han partido en dos mientras los sueños se desangran, por nada Coro: A E F#m D Pero el amor es mas fuerte, A E D E-Esus4-E pero el amor es mas fuerte Pero el amor es mas fuerte pero el ... E a paixão, efêmera, vai estar agarrada ao amor, incessante, quando será possível vislumbrar a felicidade ali, bem pertinho, ao alcance do seu coração...muitas e muitas noites. Roberto Carlos Falando sério paquera flerte Frases de Flerte. As melhores frases para você atrair a atenção de quem está paquerando! Nunca se esqueça: o humor é tudo na hora de começar uma conversa! ... Minha boca é o sol, tua boca é a lua, no eclipse do amor a minha boca beija a sua... Compartilhar Realidade. Una mirada afirmativa de la sexualidad, vista a la luz del amor. AmaFuerte.com 25/abr/2020 - Explore a pasta 'Amor, paixão, flerte...rs' de Cintia Garcia no Pinterest. Veja mais ideias sobre Flerte, Amor, Citações. Seu amor flerta com outra pessoa? O que é preocupante para alguns casais pode parecer inconsequente ou até mesmo divertido para os outros. ... O flerte acaba sendo normal. Por que, então ...

Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

2020.09.30 22:19 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos.Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.30 21:42 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos. Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
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2020.08.02 07:10 viniciusmiguel Tinder me deprime

Muitos de vocês não serão capazes de compreender o que eu estou sentido, pra mim tudo certo. No mínimo vocês conseguem conhecer algo bem diferente e serve como bagagem de vida.
A razão disso é que eu sou bem diferente das pessoas, eu estou no transtorno do espectro autista. No tipo mais leve, evidentemente, mas ainda assim é o suficiente para atrapalhar a vida das pessoas o suficiente.
Uma das consequências do meu autismo é o radicalismo político, algo que eventualmente gera uma série de problemas. Outras horas só faz de mim uma pessoa um tanto específica. A maior parte das pessoas conseguem viver um várias contradições dentro da sua mente, eu não.
Por exemplo, eu descobri aos meus 17 anos que era capaz de amar mais de uma pessoa de uma vez. Por consequência levei esse raciocínio ao seu extremo e me tornei poliamorista desde então. Ao ponto de fazer um tcc e um mestrado sobre o assunto.
Foi um interesse que me perseguiu durante todos os anos da minha vida adulta até hoje.
Agora vem o que mais me deixa puto, finalmente chegando ao Tinder.
Eu sou longe de ser bonito, só sou legal para pessoas que tem um gosto muito específico para pessoas (afinal, ninguém gosta de autistas), mas sempre acabava tendo no mínimo uma pessoa que eu me atraía bastante afim de mim.
Essa parte da minha vida sempre foi relativamente fácil, principalmente levando em consideração que eu não sou nada além de um gordo com autismo que possui rigidez cognitiva, ao ponto de dificilmente eu conseguir mudar de opinião.
O tinder me entristece porque: Eu passo aquelas pessoas depois de pessoas e não vejo absolutamente ninguém parecido comigo.
Curto poucas pessoas e dou menos matchs ainda. Mas normalmente eles ficam lá esperando. Eu sei que boa parte das gurias dão dezenas de matchs de uma vez (é assim com minhas amigas e minha namorada), então fico morrendo de preguiça de puxar assunto.
Penso que se elas tivessem o mínimo de interesse elas falariam comigo. Até porque tentar ser mais interessante que todos esses caras é algo que me dá uma preguiça imensa. Uma semiobrigação de ter que me adequar ao sistema de valores da sociedade neurotípica para ser meramente notado.
A realidade é que eu tenho muita coisa pra dizer, mas raramente alguém se interessa por aquilo que eu me interesso. O tinder acaba deixando claro o quão absurdamente diferente eu sou do resto da sociedade. O abismo que existe entre eu e quase qualquer outra pessoa.
E veja bem, eu não acho que vou ficar sozinho se minha namorada terminar comigo e nem acredito que seja impossível eu começar a namorar outra pessoa sério agora. Afinal, quando se trata de amor romântico, apesar de eu ter ZERO capacidade de flerte, às vezes BROTA uma pessoa do chão e rola alguma coisa.
O problema é ser relembrando que sendo colocado na frente de 99% daquelas pessoas eu seria considerado desinteressante, não atraente e totalmente sem noção. Sei que não deveria me incomodar, mas incomoda.
E o problema fica maior porque quando o tédio surge eu apareço lá. É a vida né.
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2020.07.18 08:30 rafaspbarbie A AMANTE.

Oi genty, povo tudo vocês, Lubisco, gatitas, editores, turma, galero, convidado não por que né QUARENTENA, mds to nervouser. Essa história é a história de como eu virei a amante de um cara. Como é uma história anônima, vou mudar os nomes tudo. Se preparem pois ela é looooonga
Bom, em meados de 2016, tinha voltado a estudar na Tijolinhos (nome fictício de uma escola particular em Brotas-SP) depois de repetir de ano e tal. Lá conheci a Joséfa, que virou minha melhor amiga pra vida (ou não, né?), e desse rolê todo boa parte foi culpa dela (TÔ DE OLHO JOSÉFA). Um lindo dia na escola, tava eu lá, com vontade de fazer pipi, ou só me olhar no espelho pra ver o quão bonitona eu tava, e quando tava descendo eu vi ELE, Pablo, na sua escadinha de técnico de Wi-Fi, skksksksksks ele era lindimais (bom, eu achava né) e daí eu passei por ele, trocamos olhares bem calientes, mas ficou por isso.
Logo de noite ele me adicionou no SNAP, sim, snapchat. E trocamos muita ideia, ele era muito inteligente e a gente combinava em muitos aspectos, tava xonadinha. Depois de uns dias conversando com ele, o mesmo apareceu na escola de novo, E DAÍ QUE COMEÇA A MERDA. Estava sentada com Joséfa e comentei:
Na hora eu mandei mensagem pra ele falando um monte de coisa, que era um absurdo ele namorar e falar comigo daquela forma, insinuando coisas, falando pra gente ficar e tal e que eu seria só amiga dele a partir daquilo, AHAM.
Daí entra a parte importante da Joséfa na história. A doida nada mais nada menos me chamou pra fazer vôlei com ela, e eu fui, tinha dois horários, o das kids e dos adultos, íamos nos dois. Fomos no primeiro horário, e partimos pro segundo logo em seguida. Então tava eu lá, linda e plena mexendo no celular e daí a anta da Joséfa começa a dar risada olhando pra longe, eis que me vem à imagem de quem? PABLO. Ela já sabia que ele fazia vôlei, acho que ela queria ver o circo pegar fogo, MESMO. Ele me cumprimentou todo sem graça, mas sempre trocando olhares comigo do tipo "te quero" e eu me segurando pra não pular nele ali mesmo. A gente continuou conversando normalmente, mas havia um flerte sim, mesmo que muito inocente.
Mais pra frente, decidi chamar ele pra conversar, falar pra ele que eu estava gostando dele de verdade, combinamos de conversar depois do vôlei e ele me daria uma carona até a casa dele. A conversa foi basicamente os dois se olhando na maior vontade, eu falando que gosto dele, ele retribuindo, mas também falei que não faria nada em respeito a namorada, AHAM². Durante a conversa teve troca de carícias, muitos abraços, carinhos e olhos nos olhos. Quando íamos pro estacionamento pegar a moto dele, ele me levou para um canto escuro e tentou me beijar, mas dei um abraço porquê não tava me dando por vencida. Quando subimos na moto, ele me disse que ia passar na casa dele pra pegar o carro pois seria mais confortável pros dois (o que ia ser mais confortável hein, Sr. Pablo?!), mas que não era pra me preocupar pois não teria ninguém em casa... MAS TINHA! A família toda dele tava lá, mãe, padrasto, irmãos.. entrei lá com a maior vergonha, ainda tive que ouvir do irmão "quem é essa menina estranha?" Fui pro QUARTO dele, sentei lá na cama e fiquei um tempo ali absorvendo tudo, enquanto ouvia ele falando com a mãe sobre mim, "apenas uma amiga"... sei (foi exatamente o que a mãe dele disse, não tínhamos muita credibilidade). Fomos pra minha casa e ele tentou me beijar de novo, mas não rolou, ainda achava que não daria o gostinho pra ele.
Continuamos conversando e tendo uma relação bem inocente, e era muito bom, confesso. A gente ainda ia no vôlei, ele me dava caronas, era bem discreto e bom, como aqueles romances dos anos 50 que não havia nem beijo, o sentimento se mostrava em outras demonstrações, no carinho, no toque, nas conversas, nos olhares e era bem assim, me vendo por fora da cena, veria uma garota com cabelos aos ventos sorrindo na garupa de uma moto abraçada em um cara que a fizesse sentir o amor, o vento, borboletas no estômago uma primeira vez.
Eu, Joséfa e Pablo descobrimos que teria uma chuva de meteoros na madrugada de quarta pra quinta, nos animamos muito pra ir, mas no fim iria só eu e ele... era o que eu achava, né? (Só pra constar, não havíamos beijado ainda.) Bom, ele me buscou em casa, fomos pra casa dele buscar cobertores e nisso ele me deu uma camiseta (que eu tenho ate hoje) de unicórnio. Com isso ele me disse que umas pessoas iam junto, fiquei meio assim, mas se não tinha problema pra ele, por que teria pra mim? Só que essas pessoas eram o que? A FAMÍLIA DELE. Primos, tios, tia avó (que aliás, gostou muito de mim) muitos deles achavam que eu era a namorada dele mesmo, pois estávamos muito próximos já. Durante a chuva eu só conseguia olhar pra ele, muitas das vezes ele me fazia olhar pras estrelas (não é atoa que eu o chamo de "Sr. das estrelas"), esperando algum meteoro cair, mas eu não vi nenhum. Enquanto estávamos lá, com a família dele, a gente se acariciava, ele me dava selinhos e eu juro que podia ser só isso pro resto dos meus dias com ele, pra mim estava perfeito. Fomos embora, levamos um dos tios dele pra casa, nisso ele me pergunta se eu queria ir embora já, obviamente disse que não.
Fomos para uma parte onde dava pra olhar bem as estrelas, mas naquele dia eu tava cansada de olhar pra elas. Nós paramos o carro e, naquele momento tudo parecia em câmera lenta, de olhar um para o outro, como tirar o cinto e até na hora do (finalmente) beijo. Sim, naquele momento eu virei A Amante. O beijo foi incrível, tudo se encaixou, foi o melhor beijo da minha vida até hoje, tínhamos química, minha pele se arrepiava só dele me tocar, era tudo como um conto de fadas, só que sem a parte do príncipe encantado.
Eu vivia com ele, vivia na casa dele, assistimos vários filmes, passamos por lugares incríveis, daqueles que faziam a gente suspirar e não querer parar de olhar. Cada vez mais eu me apaixonava, ele me fez sentir coisas que eu nunca senti, me fez ver coisas que eu nunca vi, me fez me maravilhar com as coisas simples, como estrelas. Mas eu sempre ouvia dele que ele sempre era o coitado, de como a Jurema (a tal da namorada) era ruim com ele, das vezes que ela traiu ele, das vezes que ela o tratou mal, mas mal sabia Jurema o que ele fazia também, mal sabia ela o quanto eu me sentia mal por isso. Sempre coloquei na minha cabeça que não tinha motivos para trair, mas que eu me conformei com a situação, achei que, dessa vez, tava tudo bem, até porquê eu tinha ele, né?
Como o tempo, tudo se passava, ele me fazia promessas, me prometia terminar com Jurema, que seríamos felizes, ja estava enjoada de ser rotulada como A Amante, não só por mim, mas por ele, por Joséfa também (que passou vários momentos de vela entre eu e Pablo). Numa dessas fui até na casa da avó dele, joguei truco com sua família, beijei ele na frente deles, (um deles lembra de mim até hoje, fala comigo como se eu fosse a ex oficial dele kkkk). Numa outra saímos com um dos seus amigos, nesse dia descobri que a nossa música era aquela lá, a tal da Cataflor do Tiago Iorc, aquela que toda vez que ouço lembro do dia em que eu ouvi pela primeira vez. Esse tal dia estávamos eu e Pablo em sua casa quando ele recebe uma ligação do seu amigo falando que ele queria vê-lo, Pablo falou que estava com uma "amiga" e esse amigo, o Gerson, disse que tudo bem eu ir junto. Entramos no carro, cumprimentei ele, e logo ligamos o som do carro ouvindo Tiago Iorc num tom bem doce, todos cantando e, no momento que esta começou a tocar, ele segurou a minha mão e disse:
-Ok.
Nisso começa a letra, não era atoa que eu me apaixonei, um cara que disse que me daria todas as flores no mundo mas que nenhuma delas chegava a ter a beleza que eu tinha, que a natureza tentou imitar 'tamanha' beleza mas que falhou, pois não tinha como ter algo tão bonito quanto. Como eu não me apaixonaria? Eu também não sei responder essa.
Logo após um tempo, comecei a cobrar o término dele e ele sempre me dizia que era muito difícil, pois era um relacionamento muito longo (3 anos). Pois bem, um mês depois disso ele terminou, viajou pra cidade dos primos dele, foi em várias festas, beijou várias meninas e depois que voltou, me buscou em casa, fomos pra um dos "nossos" lugares, ele sentou comigo e me contou tudo, das meninas, de quem ele teria ficado, como que ele estava amando ser solteiro e tudo mais. A ficha não tinha caído, ele realmente estava solteiro, não devia mais nada à ex, mas ao mesmo tempo parecia que ele não devia nada à mim também, que o cara que falava aquelas coisas, me fazia sentir aquelas coisas e falava que era apaixonado por mim havia sumido junto com o término dele. E. ISSO. DOEU. MUITO. Ficamos naquele dia, mas eu fiquei extremamente desconfortável, cheguei em casa e chorei por horas, do tipo "será que aquele cara nunca existiu?". Nos afastamos cada vez mais, e cada dia que passava a única oportunidade de ver ele, eu não via.
Teve uma festa, a Semáforo, foram todos meus amigos, me diverti pra caralho, dancei por bosta e por fim, ele estava lá, fiquei com ele várias vezes, fiquei com a Joséfa também (pela primeira vez), demos um beijo triplo, ficamos por maior tempão juntos, até subi no colo dele quando ele tava deitado no sofá kkkk, hoje em dia isso é de boas, mas na época muita gente me julgou. Depois disso nos afastamos de vez.
Umas semanas depois, estava na aula de artes, (na qual a professora era madrasta do Pablo) quando a professora diz:
Olhei pra Joséfa na hora e fiquei muda, aquilo partiu mais ainda meu coraçãozinho. Mas o que não era pra ser, não ia ser, não é?
Bom, gente, essa foi a minha história. O Pablo continua com a Múmia, mas não adianta ter uma aliança no dedo DE NOVO, e ainda olhar pra mim com a mesma cara de apaixonado de antes, vir me seguir nas redes e ainda dar em cima de mim, TÁ PABLO??? VÊ SE APRENDE A RESPEITAR A SUA MULHER, BEIJOS.
Um beijo no core de vocês, espero que tenham gostado, xau.
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2020.06.15 19:10 mgmb06 Provavelmente tô sendo iludido

Gostaria de desabafar sobre um flerte que eu estou fazendo. Basicamente, eu conheço uma menina faz uns 3 anos, nos últimos 5 meses começamos a conversar todos os dias, com isso veio crescendo um sentimento dentro de mim e dela também. Com pouco tempo começamos a trocar palavras carinhosas, com mais um tempo ELA lançou o poderoso eu te amo, começou a falar coisas muito românticas e talz, eu correspondi até pq eu tô bem carente. Ela sempre foi de demorar horas e horas (coisa de 20hrs) pra responder as minhas msg, mas agr ela tá começando a dar vácuo msm, ler a msg e não responder as frases e textos fofos que eu mando. Se isso fosse algo pontual, mas infelizmente é rotina. Acho q eu sei o q está acontecendo, ela está desinteressada, mas pq não lá atiçou? Pq o ela disse que eu sou o dono do coração dela e outras juras de amor? A menos que isso seja uma forma dela tratar as pessoas, ela me iludiu legal.
Obs: ela fica online o dia todo, não trabalha e nem estuda.
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2020.06.11 20:39 cattwaii EU DEVERIA PROCURAR ELE?

Quando eu tava no 7 ano, na hora da saída, tínhamos um grupinho para ir para casa juntos. Eu ia com a minha mãe, mas com o tempo fui eles. Eram em volta de sete pessoas, era legal, conversamos, mas na sala não éramos tão próximo. Isso resumiu basicamente o meu Fundamental II inteiro; diminuiu com o tempo, mas eu sempre ia com ele — vamos chamá-lo de Jarls. A partir do 8 ano, não estávamos mais na mesma sala, mas ainda conversamos sempre. Só que a gente sempre brigava, as vezes o motivo podia ser o que for, bobo, mas sempre. Mas sempre que acontecia algo, era ele que voltava a conversar comigo, ele ficava me observado na hora do intervalo, etc. No final do ano, no 8 ano, comecei a ter ansiedade (pouca), mas eu não percebia, mas ele tava preocupado.
Nisto, ele dava em cima de mim, mas eu >nunca< queria ficar com ele, principalmente porque eu gostava de outro garoto e, bem, ele ficava com diversas garotas. Não que eu tenha preconceito, mas eu sempre achei que ele ficava apenas por interesse, nunca por amor. No nono, no final do ano, ficamos mais próximo, que ele me deixava em casa, as vezes eu ia para casa dele e íamos direito para minha (antes não fazíamos isso >>> a gente mora na mesma avenida). Aliás, quando chegou o Ensino Médio, ele me disse que só iria escolher o colégio por causa de mim, mas sempre deixei isso de lado isso. Por causa do medo que tinha da escola (eu sofri bullying no 6 ano por causa de um grupo de meninas) eu faltava os primeiros dias e ele fez o mesmo. Mas no Primeiro ano, aconteceu que ansiedade me pegou de jeito. Comecei a faltar demais. E quando houve de ter um crise na escola por causa de alergia, ele ficou comigo e decidiu ir pra casa comigo >> ainda tinha aula. Masss eu fiquei na casa dele, porque minha mãe não tava em casa, mas no trabalho. Foi assustador, nunca tive uma crise. Acredito que foi a partir daí que comecei a olhar ele de outro jeito.
Contudo, ele tinha uma namoradora. Houve um dia >>> não me lembro a ordem cronológica<<< que um antigo crush me abraçou >>>sim, sou muito besta<<< e comecei a chorar, a gente conversou e ficamos ali na calçada, perto da casa dele, um dos seus amigos viu isso e achou que estávamos fazendo ''algo'', por causa motivo a namorada dele acreditou, mas parece que ele nem quis se explicar. Eu achei isso babaca da parte dele, afinal eramos só amigos, mas ele me disse: que amigos vem primeiro. Mais pra frente, a gente ficou na minha casa, só que foi nada demais. Masss neste mesmo ano, eu acabei parado na sala da ex dele (outra ex). Viramos amiga, ela tinha ansiedade e depressão, sofreu muito na antiga escola que estudávamos. Acabei descobri que ele pediu ela em namoro >>>estudavam juntos<<< no mesmo dia que o meu, no Facebook, com aqueles post de namoro, sabe, mas eu recusei e ela não. Não contei pra ela, mas ela me avisou que ele era babaca e tinha traído ela. Por causa disso, nunca mais ficamos e tentei me afastar dele. Todo o meu grupinho odiava ele por causa disso ou por outro motivo. Meio que eu sabia que ele não era confiável quanto a isso, mas ele sempre me disse coisas, sabe.
Eu tive que sair do colégio por causa de problemas médicos, depois disso todos se afastaram de mim, até ele. Na realidade, na época, eu que não quis conversar com ele pelo o celular — mas houve um dia que se víamos, a última vez. Eu estava com o meu amigo da época e ele com a mãe dele, foi o meu amigo que percebeu a existência dele e o chamou, mas ele apenas disse que quase não me reconheceu >>porque eu cortei o cabelo<<<, ele foi pro outro lado e eu por outro. Eu fiquei magoada, mas achei que fosse por causa da mãe dele. Nisto, o meu amigo perguntou se aconteceu algo e apenas disse que talvez ele não gostasse mais de mim. Mas este amigo printou o status dele, dizendo que estava chateado >>>isso já de noite<<< por ter alguém que o esqueceu — ou algo assim, não me lembro. Mas me lembro daquela noite que dormir tão bem, o meu coração se acalmou. Desde então, quando saio de casa >>>são poucas vezes<<< fico nervosa de vê-lo novamente. E bem, eu sei que realmente estou apaixonado por ele, quase não consegui escrever isto por causa da minha ansiedade e nervosismo.
E bem, o que eu faço? Procuro por ele? Mas e se ele for o babaca de sempre?
Aliás, talvez ele tenha namorado, me lembro de ter dado em cima de algumas garotas da sala dele na época. E também ele dá em cima de tudo, mas ele me falou que é porque é ''natural'' dele o flerte, sinceramente....
Minha primeira vez >< aqui.
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2020.06.09 10:10 gabrielaz1 SOU BABACA POR NÃO FICAR DE LUTO PELO TÉRMINO?!

Oi lubixxxco (garota carioca falando), turma e todo mundo que está blablabla (eu esqueci ;D)! História, que lá vem senta!
Tudo começou em 2016, quando eu mudei para o turno da manhã na minha antiga escola. Eu tive que me adaptar e fazer amigos novos... dentre estes amigos surge o Carls. Uma menina que tinha feito amizade comigo tinha uma queda por ele, e num dia ela me perguntou se eu não poderia tentar descobrir se ele sentia o mesmo por ela. Eu como uma ótima amiga, fui lá puxar papo com os guri na roda de amiguinhos dele. Eu conversei com os meninos e troquei umas palavras com o Carls, mas nada que me fizesse saber oque ele sentia por essa tal amiga. O tempo passou e eu continuei conversando com os amigos do Carls, e consequentemente eu comecei a conversar com o o próprio. Em 2017, eu e o Carls acabamos ficando bem próximos, ao ponto de que viramos realmente melhores amigos... mas nessa altura do campeonato eu já tinha uma queda do tamanho de um precipício por ele.
Obs.: A menina saiu do colégio no fim de 2016 então eu não estava querendo talaricar ninguém.
O tempo foi passando e minha paixonite secreta de adolescente foi aumentando. Então no fim do ano de 2018, eu criei coragem pra dizer pra ele oque eu sentia. Quando eu finalmente disse, ele não falou que gostava, e nem falou que não gostava de mim. Bem... >>EU ENTENDI<< que ele não gostava de mim e só não queria me magoar.
Poucos dias depois, eu chamei um amigo (vou chamar de Jalrs) para a festinha da formatura. Acabou que nós (eu e o Jarls) ficamos no dia formatura, e depois disso nós nos aproximamos mais ainda. Uma semana e meia depois o Jarls me pediu em namoro, e eu estava gostando dele então aceitei. Jarls claramente tinha ciúmes do Carls, que continuava sendo meu melhor amigo, então parei de mandar mensagens para Carls por uns meses. Enfim, eu o Jarls namoramos por 7 meses, porém eu já não sabia se gostava do Jarls com a mesma intensidade que ele gostava de mim, e me questionava de vez em quando se ainda não gostava do Carls... Muitas coisas no meu relacionamento com Jarls me deixaram mal, já que eu me sentia pressionada por ele em diversas situações que nem vale a pena citar, e eu passei por uma época bem difícil. A maioria dos meus amigos diziam que Jarls realmente gostava muito de mim, e tudo isso só gerou uma pressão enorme encima de mim para manter o Jarls feliz, independentemente de tudo, o que acabou me deixando sobrecarregada. Enfim, tivemos um termino "tranquilo".
Na semana seguinte, eu, o Carls e um outro amigo nosso, fomos no shopping. Em 30 minutos de passeio, tudo que eu tinha sentido pelo Carls voltou como se nunca tivesse sumido, e eu tava com aquela paixonite dnv. Um mês de flerte com o Carls passou e o meliante teve a pachorra de me pedir em namoro e dizer QUE NA VERDADE ELE GOSTAVA DE MIM SIM NA ÉPOCA QUE EU ME DECLAREI PRA ELE, mas ele não tinha certeza do que queria. Enfim um mês depois de eu terminar com o Jarls, eu e o Carls começamos a namorar. Hoje, eu e o Carls, além de 4 anos de amizade, temos 8 meses de namoro. 
Mesmo com os poucos intervalos de tempo entre uma coisa e outra eu sei que oque eu senti pelo Jarls foi de verdade naquele momento, mas minha família e alguns dos meus amigos (embora ADOREM que eu e o Carls estejamos juntos, e digam que eu e o Jarls não éramos um casal saudável) dizem que eu fui babaca com o Jarls, pq segundo eles, mesmo que eu tenha gostado realmente dele, eu só usei ele para esquecer o Carls, justificando que ninguém esquece um amor do dia pra noite. Falam que eu "descartei" ele quando percebi que o Carls poderia estar gostando de mim e isso me deixa realmente incomodada.
Na sua concepção lubixxxco, eu fui a babaca?
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2020.06.06 15:27 palindro_ Talvez um pouco trouxa

Eae galerinha da pesada tudo bem? Eu tenho duas histórias, mas a principal é de quando eu conheci uma garota, ela foi super abusiva comigo, nos afastamos e agr somos amigas novamente.
Tudo começou num belo dia em que resolvi sair com minha amiga, minha irmã e a irmã da minha amiga, tudo ocorria bem até eu ver o sorriso dessa bendita garota. Durante a festa nem conversei com ela, mas, depois de um tempo, por ironia do destino, a amiga dela me conhecia e passou meu contato. No começo era tudo flores, mas foda-se, eu tava passando por um problema e ela resolveu se declarar pra mim e eu, obviamente, disse não. Não gostava dela da mesma forma. OK. Ela continuava a demonstrar interesse e eu só continuava ali, bem de boas.
Quando nos encontrávamos não era uma das melhires coisas, ela passava a mão na minha bunda mesmo que pedisse pra parar, tentava me beijar e tudo mais, até que um dia percebi que estava comçando a gostar dela, até ai ok, estavamos combinando de ir no cinema e tals para se beijar mesmo, até que eu descubro que ela namorava a meses e não me contou, e, ainda por cima, a namorada dela é a minha vizinhs. Assim que descobri desisti disso e tentei me afastar, mas foi em vão pq eu gostava da presença dela e ela era quem me ajudava em alguma crise durante a madrugada.
certo dia saimos e ela simplesmente me beijou, em publico, eu fiquei desconfortavel, não queria aquilo, mas tudo bem.. depois de um tempo ela começou a me tratar diferente,era grossa comigo e um dia té fez pressão psicologica, mas ok, resolvi me afastar dela e agora somos melhores amigas novamente. Ela ficame chamando de coisas carinhosas como amor e tals, mas não sei se é no flerte e eu espero que não pq namorojá faz tres meses e ne..
então foi isso beijão a todos *coração*
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2020.05.02 10:33 Ventoprata O mundo se abre de dentro de mim

Sou uma pessoa de poucos amigos. Quando preciso desabafar, dois deles me vem a mente, mas acredito que eu nunca tenha conversado sobre meus assuntos românticos com um deles, e a outra é muito passional e iria responder o que eu quero ouvir.
Bom, eu sou o Prata, tenho vinte e quatro anos, estou sofrendo por amor e ninguém melhor do que anônimos para ler minha história.
Meu grupo de amigos, que costumo sair frequentemente, é formado por mim, meu melhor amigo de infância (Pontas, a partir de agora), a namorada dele, e mais duas amigas que estudam junto com Pontas.
Uma dessas meninas (Girassol, porque eu gosto de codinomes) foi meu interesse romântico há um tempo. Eu me identifico muito com ela: mesmos filmes, livros, séries, opiniões sobre diversos assuntos e senso de humor questionável. Eu nunca cheguei a comentar sobre isso com ninguém, porque tomei alguns baldes de água fria um pouco depois de conhecê-la melhor.
Em um momento a sós, Pontas e sua namorada me disseram que quando conheceram a Girassol (alguns meses antes de mim), eles acharam que ela seria um par ideal para mim, mas que depois de sair algumas vezes com ela, desistiram de me apresentar. Minha irmã, que conhece a Girassol da época da escola, uma vez fez um comentário em tom de comédia do gênero "Se for pra você sair com alguém, pelo amor de Deus que não seja com ela". Sabemos que em toda brincadeira, há um fundo de verdade.
Pessoas próximas a mim dizendo que não seria uma boa ideia, mais a impressão de que ela não dá a mínima bola para mim, e mais um pouco de insegurança sobre relacionamentos me fizeram ser passivo em relação aos meus sentimentos pela Girassol.
Alguns meses depois, a Girassol apresenta pra nós dois amigos da faculdade. Entre eles, uma menina que vou chamar de Palmas (codinomes, vocês já sabem que eu gosto). O outro menino não entrosou muito, mas a Palmas passou a sair conosco todo final de semana. Ela é uma das melhores amigas da Girassol (ênfase em negrito).
Em um rolê aleatório, a Palmas contou uma história e começamos a tirar sarro da situação, e isso passou um pouco dos limites. Eu me senti mal por isso, e ao ir embora mandei um áudio para ela me desculpando. A partir desse momento, de uma maneira que eu não consigo entender até agora, começamos a flertar. Um flerte inocente, até mesmo infantil, que começou com um "não acredito que ela está fazendo isso" e terminou em um namoro de oito meses.
É claro que eu gostava da Palmas, não sou cretino ao ponto de me relacionar com alguém não tendo sérias intenções, mas aconteceu tudo muito rápido, e talvez se tivesse sido um pouco mais devagar, não teria acontecido. O namoro mostrou que nós dois tínhamos demandas diferentes, que o outro não podia atender, e eu me sentia muito mal por ter sentimentos por outra pessoa.
Decidi terminar. Faz cerca de dois meses, um pouco antes desse isolamento estourar. Eu acredito que tenha sido melhor para os dois assim. Mas a Palmas não aceitou muito bem. Mesmo colocando meus sentimentos em panos limpos (exceto sobre a Girassol), pelo conteúdo das redes sociais dela, é perceptível que ela ainda sente algo e está magoada.
Durante minha relação com ela, eu fiquei mais próximo da Girassol, porque antes eu saia na maior parte do tempo com o Pontas e a namorada dele. E essa proximidade fez eu perceber que eu realmente gosto da Girassol.
O problema é que eu não sei se devo contar isso à ela. Eu acredito que talvez eu deva correr atrás da minha felicidade, mas o custo disso é alto. Independente dos sentimentos da Girassol serem recíprocos aos meus, eu não gostaria que a amizade dela com a Palmas mudasse. Ainda mais sendo esse preço algo que não sou eu quem paga, mas sim ela.
E essa, meus caros redditores, é a angústia que me tira o sono faz semanas. Texto longo, eu sei, mas meus sinceros "obrigado" à quem leu até o final.
Sintam-se abraçados e fiquem bem (em casa).
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2020.04.20 06:40 73763627 Cheguei no limite.

Eu não tenho nenhuma perspectiva em relação ao meu futuro no campo dos relacionamentos eu sou feio tenho zero aptidão pra flert e pra desenvolver uma conversa tanto na internet e pessoalmente é bem pior eu ja procurei uma caralhada de conteúdo na internet sobre o assunto mas isso não ajudou muito acho que essa habilidade é quase um dom que alguns tem e outros não mas mesmo que eu fosse bonito e com bom papo não adiantaria muita coisa pois alem disso tudo tenho um penis de 12 cm tenho 32 anos de idade todos meus amigos.ja são casados com filhos e eu nunca tive relacionamento fiz sexo com profissionais 2 vezes na minha vida atualmente faço uso de medicamentos pra não ter vontade de transar porem pra solidão não existe remédio sinceramente eu não sei o que fazer mas eu não aguento mais essa vida eu só queria saber o motivo de eu vir pro mundo e passar toda vida sem amor.
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2020.03.11 00:37 Idalen Queria fazer novos amigos

Texto longo e provavelmente incoerente, eu só quero jogar o que sinto para fora.
Faz um ano que vim para São Carlos, interior de São Paulo, o que foi um presságio de algo muito bom já que finalmente eu iria começar o curso de computação em uma universidade de excelência e etc e tals. Tudo parecia estar no caminho certo. Mas não está sendo fácil como eu achei que seria.

Minha Adolescência

Anteriormente eu morava em Itabuna, na Bahia, onde passei da minha infância até os 17 anos, inclusive os anos da adolescência. Ah, os anos entre os 15 e os 17. Parece um período curto de tempo, afinal, são apenas 3 anos. Porém, foram os anos em que eu mais me senti vivo em toda a minha vida.
Neles, fiz minhas amizades mais afetuosas, as quais mantenho até hoje, apesar da distância e que carrego com muito carinho na minha memória. Tínhamos bastante coisa em comum e eles me consideravam bastante, portanto isso sempre me trouxe um sentimento de pertencimento muito forte e seguro. Eu sempre fui meio fechado e tenho certa dificuldades de fazer amigos, tê-los encontrado é uma das coisas que me deixa grato ao acaso até hoje.
Além disso, foi o período em que comecei a me aproximar do meu pai. Nós sempre tivemos uns desentendimentos (principalmente em relação a ele e minha mãe serem divorciados), mas no final desses anos comecei a vê-lo como amigo, o que mudou muito meu afeto por ele. Também me aproximei mais dos meus irmãos pequenos, na medida em que eles cresceram. Fico triste em passar o tempo de todo dia sem poder compartilhar um minuto com eles.
Outro ponto marcante desse período foi o meu primeiro (e último) namoro e amor. Era uma relação extremamente caótica e complicada, mas eu nunca havia sentido aquilo antes, aquela intensidade, a sensação de que tudo podia acabar e estaria tudo bem. Certamente, esse amor foi a coisa mais pura e danosa que já senti em toda a minha vida. Confuso e conflitante, bagunçou minha cabeça e reverbera até hoje. Mas bem, foi adorável.
Apesar dessas memórias, que são boas de certa forma, eu também sei que minha adolescência foi o período mais caótico e triste da minha vida. Eu vivia entalado de pensamentos niilistas, me sentia sem objetivos o tempo todo, odiava a escola, vivia tendo problema com meu pai e a minha namorada, minha mãe desenvolveu um quadro de depressão complicada e a morte do meu avô.
Foi certamente a fase mais complicada da minha vida, mas mesmo assim, eu a vejo como se fosse o auge. Fiz meus melhores amigos, meu maior amor, conheci minhas bandas preferidas até hoje, defini quem eu sou até hoje, meus gostos, meus comportamentos, minhas opiniões. É como se eu só me sentisse eu depois dessa fase, mesmo ela sendo tenebrosa. Esses 3 anos(2015-17) pareceram muito mais longos do que os últimos 3 (2018-20), é como se eu tivesse vivido mais.
E aí entra o presente.

(Um pouco antes do) Presente

Bem, logo após o ensino médio, a maioria dos meus amigos foram para outra cidade e os que ficaram tomaram rumos diferentes do meu. Eu fiquei fazendo o pré-vestibular, até que ocorre o término com a minha ex depois de muitas turbulências. Então decido morar com a minha mãe e fazer um cursinho em Vitória da Conquista -BA.
O ano do cursinho foi bem insosso, eu passei ele inteiro praticamente estudando para passar no vestibular. Além disso, eu também desenvolvi muitas reflexões que me ajudaram a ajeitar alguns conflitos internos que surgiram anos antes (obrigado existencialismo e Antídoto ). No final do ano, fui passar dois meses em Campinas -SP para fazer as provas de vestibular. Eu realmente sentia que passar numa faculdade de excelência fosse a forma de me redimir com meus pais por não ter dado valor aos estudos durante o ensino médio. Era como se fosse minha obrigação por ter vindo de uma família onde meus pais sempre me apoiaram de todas as formas possíveis.
Já em Campinas, eu passei 2 meses sozinho em uma cidade onde não conhecia ninguém. Acho que foi o tempo em que me senti mais triste. Fiquei meio que 2 meses inteiros sem fazer nenhum contato com ninguém que não fosse a atendente do mercado onde comia. Eu não tinha ânimo para estudar nem fazer nada inclusive coisas que eu sempre gostei como games e filmes.
Eu sempre fui meio deprê e pessimista, esse tempo intensificou bastante essas características. Olha, eu realmente sei que meus problemas não são os dos mais sérios, que tem muita gente que sofre mais do que eu e que eu sou só um garoto de classe média extremamente mimado que nunca teve nenhum problema real na vida. Eu realmente não tenho o direito de estar depressivo. Mas eu estava de qualquer forma, eu não conseguia fugir disso.
Depois das provas, voltei pra Bahia, foi muito bom estar de volta e umas das minhas férias mais felizes. Em meados de janeiro, fui aprovado pela Fuvest. De cabelo raspado e com todos os meus amigos e familiares, posso dizer que foi um ótimo momento (apesar de ter durado um pouco menos de um mês). Após isso, fui para Ribeirão Preto -SP, de onde fui para São Carlos depois, onde estou até agora

(Agora sim o) Presente

A princípio tudo parecia ótimo, iria morar só e fazer o curso que eu queria. Bem, se passaram quase dois anos e eu me sinto um fracasso. Sou um fracasso na faculdade, não consigo estabelecer relações sociais com quase ninguém e também não consigo ser participativo em nenhum projeto ou atividade. Eu sou inseguro demais, sinto meu corpo tosco demais e minha mente estúpida demais.
Sinto como se todos os meus colegas estivessem um passo na minha frente dentro do curso, todos tem experiências prévias e sempre parecem super interessados nos estudos. Eu gosto das matérias no geral, mas não tenho esse anseio por conhecimento nem acho uma derivada algo maravilhoso. Sempre fui mais interessado em músicas, filmes e filosofia (também tecnologia, mas não no nível da galera do curso). Coisas como essa me trazem uma dificuldade enorme de me aproximar dos meus colegas de sala.
Eu também nunca fui de beber e ir em festas no estilo festas de república. Isso me faz me sentir meio descolado. Tentei ir em algumas aqui com uns colegas mais próximos, mas eu não consigo me sentir pertencente a essas atividades. Eu nunca cheguei em uma garota em toda a minha vida (não que eu seja virgem ou frustrado com mulheres por causa disso), mas com todas as garotas com quem eu fiquei havia um envolvimento emocional que me fazia sentir atraído e confortável. Isso não existe nos flertes das festas. Fiquei apenas com uma garota até agora e eu nunca conversei normalmente com ela. Eu me sinto tão estranho e tão reprimido por causa disso. Eu realmente queria poder me curtir esse ambiente sem me sentir estranho.
As amizades que eu fiz até agora eu separo em dois tipo: Os festeiros. São aqueles que adoram ir em festas, se embebedar, dançar e ficar com pessoas. Coisas que eu não gosto de fazer mas tento para me sentir enturmado. E os nerds incel. Beleza mano, eles tem um lado legal e tals, mas eu detesto esses caras que acham que uma mulher é vagabunda por que ela fica com mais de um numa festa. Isso me deixa extremamente revoltoso, mas eles são as únicas pessoas que consegui me conectar aqui. No total, são umas 8 pessoas.
Geralmente passo o tempo só em casa, o único lugar que gosto nessa cidade. Vejo filmes, tento compor umas músicas, estudo. Mas sinto muita falta de ter amigos próximos como foram os do ensino medio, de estar próximo dos meus irmãos e dos meus pais diariamente, de estar seguro em um amor com alguém, de conhecer a cidade onde moro, de não me sentir tão só.
Eu só queria ter amigos aqui, no fundo no fundo. Um texto enorme não teve utilidade alguma, mesmo que eu me sinta mal, eu nem deveria me sentir. Eu só queria ter um certo prazer de estar vivo. Sinto como de estivesse gastando meu tempo aqui de forma descontrolada. Obrigado a quem leu até aqui.
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2020.02.13 23:35 portalrbn Flávia Ellen celebra o amor e a liberdade no carnavalesco clipe “Flerte”

Flávia Ellen celebra o amor e a liberdade no carnavalesco clipe “Flerte” submitted by portalrbn to u/portalrbn [link] [comments]


2020.01.25 04:25 mjddi81 Por que é tão difícil se desligar de alguém?

Em outubro eu terminei meu relacionamento de 2 anos e inclusive relatei aqui. Estava disposta a me afastar do meu ex e viver minha vida, mas ele sempre dava um jeito de voltar a falar comigo. Dizia que me queria por perto, gostava da minha amizade. Porém em alguns momentos ele também demonstrava interesse em voltar comigo, comentando o desejo em me reconquistar, e eu deixei em aberto para ver as tentativas mas nada rolou. Comecei a conversar com outras pessoas, nada sério, apenas flertes na internet que nunca passaram disso. Ele sabia de tudo isso e mesmo assim não dava jeito de me fazer desistir de encontrar o que eu procurava nesses caras (diálogo, atenção, etc) e que estava faltando nele.
Ontem brigamos feio e eu praticamente mendiguei o amor dele. Ele acabou se contradizendo e falou que só queria amizade, que não queria me iludir, pois estava procurando outras pessoas também. Depois disse que não estava procurando e que não tinha ninguém. Perguntei se ele me amava e o mesmo enrolou por um tempo até dizer "eu gosto de você, mas não sei se é amor não." E antes também havia pedido para fazermos sexo de vez em quando e sem compromisso. Me senti usada.
Pra quem ficou praticamente quase 3 anos com alguém, a pessoa não saber o que é amor é dolorido demais. E eu havia pedido desde quando terminei para que ele se afastasse porque eu não conseguiria enxerga-lo como amigo naquele momento. Dito e feito. Sempre tive esperanças, mas agora cortamos total contato e eu estou o dia inteiro mal, dormindo a tarde toda pra esquecer desse problema, além de ter chorado pra caramba. É isso.
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2020.01.03 06:49 Doomguy1234 Hoje eu dei uma chance ao amor...

Eu nunca namorei. Tenho 18 anos e nunca namorei. Já tive um total de duas quedas por outras garotas.
Uma delas nasceu em 2018. Foi um tempo depois de ter criado uma página no instagram só pra lançar interpretações de letras de músicas que eu gostava sem que me enchessem o saco. Do nada, uma garota desconhecida, não ligada a música começa a me seguir. Eu fico curioso e mando uma DM pra ela. Conversa vai, conversa vem; os dias passam e ela oferece o WhatsApp para continuarmos conversando regularmente. Encontramos um no outro uma amizade inesperada. Somos ambos de cidades diferentes, nunca nos vimos pessoalmente e ainda assim conversávamos bastante! Eu começo a sentir algo a mais por ela, mas eu acabo sufocando esse sentimento pelo medo que tive de um primeiro relacionamento, ainda mais à longa distância. Eventualmente paramos de nos falar, especialmente depois que entrei na faculdade ano passado. Atualmente ela namora, e eu estou muito feliz por ela, especialmente porque ela se despediu decentemente de mim e nunca me manipulou ou algo assim.
Por falar em faculdade, minha segunda queda também aconteceu à distância. Os vets colocaram todos os bixos num grupo. A gente tava conversando de boa sobre montar banda, o que esperávamos dos cursos, enfim. Quando uma garota me chama para conversar no privado. Lembro como se fosse hoje: “você parece ser um cara legal”. Aquilo fez o meu dia! A gente foi conversando, fez uma aposta (que eu perdi) no duolingo e tudo parecia bem com a gente. Mas daí a faculdade chegou batendo né kkkkkk... Ela era de outro curso, e nossos intervalos muito raramente batiam. As lições acabaram me convencendo a passar a maioria do meu tempo focado somente nos estudos e a gente parou de se falar. Uns tempos depois ela também começou a namorar. Àquela altura, eu estava me sentindo um lixo de pessoa. Eu não conseguia fazer amigos na sala ou na faculdade como um tudo, passava o dia, essencialmente, sozinho. Até mesmo em casa, já que eu não gosto de ficar muito no pé da minha mãe, enfermeira de uma UPA de periferia. Além disso, Engenharia Mecânica MUITO FODA de lição. Puta que o pariu. Foi nesse começo de ano que fiz meu primeiro desabafo aqui e deixei isso virar um hábito por uns 4 meses.
Pula pra novembro. Eu já tinha alguns amigos com quem eu sempre jogo Can-Can nos intervalos mas nunca passou muito disso. Eu já havia desistido de me apaixonar, pelo menos até me ajeitar e cuidar de mim mesmo. Não suporto ser fardo para outra pessoa, ainda mais emocional. Vasculhando o NeedAFriend , eu encontrei um servidor no Discord que prometia ser um refúgio para quem se sente sozinho. E eu, que não consigo socializar quase nada comprei a ideia. Se fosse ruim era só cair fora e obedecer o Coronel Fábio (Esquece essa merda aí porra). Entrei. Honestamente não era assim tão melhor no começo. Mas daí em um dos canais do servidor, voltado para uma atividade contagem (Isso mesmo, vai do 1,2,3,4, até o infinito e além) eu conheci alguém...
Ficamos contando centenas de números que nem um bando de retardados, mas pelo menos nos divertimos kkkkkkkkkkkkk. Não parecia muito de uma interação na hora, mas era a primeira coisa que fiz com alguém lá. Tempos depois fomos nos falando cada vez mais nas conversas de grupo. E mais. E mais. E mais...
Há alguns dias estávamos zoando com o bot do servidor e ela ficou curiosa a respeito de um comando de casamento. Ela se perguntou com quem ela iria testar (estávamos em 3 naquela hora) e eu me ofereci. Não havia nada melhor pra fazer, então que se dane. Ali nos “casamos”. Daí eu me divorciei para ver como era kkkkkkkk. No entanto a gente acabou gostando da ideia de ter mais um casal midiático no servidor e “casamos” de novo. A partir daí, as coisas foram crescendo entre a gente. Começamos a conversar por horas nas DMs. A fazer muitas piadas sobre casais. Até ontem...
Há um canal de flertes no servidor e ela estava de zoeira com outra garota que dizia que não havia com quem flertar. Ela disse “flerte comigo então” e eu mandei abaixo “Mas você não é casada? /s”. Um tempo depois ela me perguntou se eu queria que ela flertasse comigo e eu respondi... “Sim /s”. Nós flertamos com aquelas cantadas de pedreiro. Ela me disse que eu flertava bem melhor que ela. Eu disse que talvez devesse usar os flertes no meu primeiro encontro. Ela disse “Você se casou comigo e nunca tivemos um encontro”. Naquela hora eu comecei a pensar milhões de coisas. Eu realmente estava sentindo algo por aquela garota, mas o medo de manter um relacionamento à distância estava gritando dentro de mim.
Eu não sei da onde arranquei forças para perguntar: “você está pedindo para sair comigo?”
Ela responde: “Não sei. Você quer que eu peça?”
Ali, BEM ALI, eu me senti muito nervoso. Muito medo pesando o peito, muita vergonha de receber uma pergunta daquelas e eu não sabia se ela sentia o mínimo do que eu havia cultivado por ela. Num momento de muita adrenalina eu disse: “Honestamente? Sim”
Nos revelamos tensos e envergonhados um pelo outro, ambos surpresos e perplexos com nossas respostas. Resultado: ela me chamou para o tal “encontro”. Ele aconteceu mais ou menos das 23:40 até 1:50 de hoje.
Sabe o que é louco nisso tudo? Ela é das Filipinas! Eu me fechei a duas garotas do estado de São Paulo, mas escolhi me abrir a uma das Filipinas...
Antes de ela pedir que eu fosse dormir (nós temos essa coisa de querermos dormir não muito tarde para evitar complicações kkk), eu me abri totalmente para ela. Já era óbvio que havia algo entre nós, mas eu resolvi tirar o que eu sentia por ela do meu peito. Escrevi um baita textão me declarando após o “encontro”. Ela também se declarou pra mim: “só saiba que é uma coisa mútua entre a gente”. Eu só não saí gritando e pulando de alegria porque estou dividindo o quarto com outras três pessoas hoje kkkkkkkkkkk. Mas eu me senti extremamente aliviado de finalmente dar uma chance ao amor!
Uma garota das Filipinas e um garoto que estava quase sem esperanças para o amor. Quem diria que assim seria o meu primeiro relacionamento! Pode parecer coisa de nerd, relacionamento via Discord, mas foda-se. Eu não sei ao certo porque vim aqui desabafar (deve ser porque não me abro pessoalmente a ninguém) mas foda-se! Eu sei que hoje eu durmo feliz porque sei que alguém diferente me ama pelo que sou...
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2019.10.30 02:50 Artieluvs 19.10.19 - Dia dos flertes. O sol tinha mal raiado e já estávamos trocando caricias, era uma melosidade discreta. Farpas rolaram e até um beijo fora roubado, nesse dia te chamei de amor e assistimos "After", te irritei outra vez. Fazer call e ver filme nunca foi tão difícil.

19.10.19 - Dia dos flertes. O sol tinha mal raiado e já estávamos trocando caricias, era uma melosidade discreta. Farpas rolaram e até um beijo fora roubado, nesse dia te chamei de amor e assistimos submitted by Artieluvs to u/Artieluvs [link] [comments]


2019.10.19 14:55 ju83825 Deprimente

Turmafeiratermino

Olá Luba, editores, turma e possível convidado minha história de termino não tem print mas é deprimente, então lá vai. Ano passado conheci duas garotas, uma virou meu flerte a outra virou minha amiga, com o tempo acabei flertando com essa amiga (que vou chamar de Raimunda), me apaixonei pela Raimunda mas ela me deu um fora, ela fazia questão de falar de outras pessoas para mim, então comecei a namorar a mina que eu flertava no início da história, enquanto namorava com ela, a Raimunda foi atropelada e eu fui babaca e trouxa, fui atrás da Raimunda cuidei dela e terminei com a minha namorada... Quando Raimunda saiu do hospital, começamos a namorar, ela terminou algumas vezes, na última vez, ela terminou comigo por opinião alheia, ela é meu primeiro amor, então nn quis sair da vida dela, esses dias estavamos falando de amor e ela me disse que está apaixonada por uma amiga dela de 13 anos (Raimunda tem 20 anos) desde então não nós falamos mais. Essa é minha história Lubixco, beijo menor que treix
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2019.08.26 21:30 AmazonianCouple Livro sobre relações não-monogâmicas

Livro sobre relações não-monogâmicas
Galera, descobri um dia desses esse livro que vai ser lançado no próximo mês no Brasil e já fiz minha compra em pré-venda mesmo. A editora divulgou uma entrevista com uma das autoras, e quem se interessar eu vou colocar nos comentários. Saquem a introdução do livro:
Muita gente sonha em viver em abundância de amor, sexo e amizade. Alguns acreditam que é impossível ter uma vida assim, se contentam com menos do que gostariam e acabam de certa forma se sentindo solitários e insatisfeitos. Outras pessoas tentam alcançar seus sonhos, mas pressões sociais externas ou seus próprios sentimentos acabam por interromper essa busca, e decidem manter esses sonhos no mundo da fantasia. No entanto, algumas poucas pessoas persistem e descobrem que amar, ter intimidade e fazer sexo abertamente com muita gente não só é possível como também pode ser recompensador de um jeito que jamais podiam imaginar.

O amor livre tem sido realizado com sucesso há séculos — com frequência, sem muito alarde. Neste livro, vamos compartilhar técnicas, habilidades e ideais que funcionaram por quem seguiu por esse caminho.

Quem, afinal, pratica amor livre com ética? Nós. Assim como muitas outras pessoas. Talvez você também possa ser uma delas. Se você sonha com liberdade, com uma intimidade tanto erótica quanto com profundidade, com abundância de amizade, flerte e afeto, ou com a possibilidade de seguir os seus desejos para ver até onde eles chegarão, então você já deu o primeiro passo.

Por que escolhemos certas palavras?

A partir do momento em que você viu ou ouviu falar deste livro, provavelmente imaginou que alguns dos termos usados não fossem ter o mesmo significado a que você está acostumado. Que tipo de pessoa ficaria animada em se autodenominar promíscua? E por que insistiria em ser reconhecida pela sua ética?

Na maior parte do mundo, promíscua é uma palavra altamente ofensiva para descrever uma mulher cuja sexualidade é voraz, indiscriminada e infame. É interessante notar que os termos análogos, garanhão ou pegador, usados para descrever homens altamente sexuais, são em geral usados para indicar aprovação e inveja. Se questionamos a respeito da moral de um homem, provavelmente escutaremos sobre a sua honestidade, lealdade, integridade e princípios elevados. Se perguntamos sobre a moral de uma mulher, é mais provável recebermos informações sobre sua vida sexual. Para nós, isso é um problema.

Então, temos orgulho em reivindicar a palavra promíscua como um termo de aprovação, até mesmo de afeto. Para nós, promíscua é uma pessoa de qualquer gênero que celebra sua sexualidade de acordo com a proposta radical de que sexo é bom e que é benéfico sentir prazer. Pessoas promíscuas podem escolher não fazer sexo algum, ou ficar à vontade para encarar um batalhão inteiro. Podem ser heterossexuais, homossexuais, assexuais ou bissexuais, ativistas radicais ou gente pacata.

Como orgulhosas promíscuas que somos, acreditamos que sexo e amor sexual são forças fundamentais do bem, atividades com potencial de fortalecer conexões íntimas, realçar vidas, gerar consciência espiritual e até mesmo mudar o mundo. Além disso, acreditamos que toda relação íntima consensual tem esses mesmos potenciais, e que qualquer caminho erótico, quando conscientemente escolhido e atentamente seguido, pode ser uma força positiva e criativa na vida das pessoas e de suas comunidades.

Pessoas promíscuas compartilham sua sexualidade da mesma maneira que as filantropas distribuem seu dinheiro: porque têm isso de sobre e ficam felizes em dividir com outras pessoas, porque compartilhar isso faz do mundo um lugar melhor. Quem se identifica com essa visão de mundo, no geral, descobre que quanto mais amor e sexo se compartilha, mais se recebe de volta: um milagre da multiplicação em que ganância e generosidade caminham lado a lado para prover mais para todo mundo. Imagine viver em abundância sexual!

— Dossie Easton & Janet W. Hardy, na introdução
capa do livro 'ética do amor livre'
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2019.01.14 15:13 tkaliveira Todos sabem onde está Queiroz.

Todos sabem onde está Queiroz.

Vendi uns carros, sou freela.
O governo executivo antes de se-lo vociferou nos quatro cantos do mundo que o governo seria uma espécie de Estado novo focado no combate a corrupção, e hoje 12 dias depois há muitas dúvidas sobre o mecanismo deste combate.
O país está explodindo como tem que ser, crimes de colarinho branco sul e sudeste e crimes contra a sociedade no norte e nordeste. Fortaleza está sitiada pelo crime após implantarem sistema de bloqueio de sinal de telefones nos presídios e as facções criminosas estão reagindo desesperadamente contra o Estado por causa da medida.
A reação é catastrófica, vão de explosões de bancos a demolições de viadutos, brigas de gangues a moda antiga e execuções comuns com arma de fogo. Aqui mesmo no reddit estão explodindo vídeos mostrando as ações das facções criminosas e também, as ações das polícias táticas no combate (que são execução fria e torturas).
Se você for sádico assistirá sem problemas o vídeo intiulado "Veja atuação da Força Nacional no Ceará" - https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=kjPw_1VBV7Q
Não é de hoje que sabemos que as corporações tratam o tráfico como ato de guerra e ou terrorismo, transformando os ambientes urbanos em verdadeiros campos de guerra e em hipótese alguma mensurando se haverá baixas civis inocentes ou não..
Não sou demagogo em dizer que o que está havendo é culpa do governo Bolsonaro, o colapso da segurança pública é atemporal na nossa realidade, ele apenas é administrado para garantir aquele voto certo que elege quem dele se aproveita. Não se engane, a força nacional (do governo, da união) vai vencer essa Guerra. Witzel que o diga.
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras, um órgão que para mim apareceu do nada, e sim, ganhou um protagonismo gigantesco ao publicizar que pessoas envolvidas no governo executivo tinham movimentações suspeitas em suas contas. O suspeito da vez foi o Sr. Fábricio Queiroz, um motorista singelo e de classe média baixa, com uma residencia simples mas com um volume expressivo de dinheiro na conta.
Quando a matéria explodiu na imprensa logo vieram os oposicionistas tripudiarem com todo os seus materiais bélicos digitais a situação (pode, até pode mas fica sem graça) - E as investigações não pararam, aos poucos um emaranhado obscuro de informações foi tecendo uma linda raiz de transações que escancararam várias pessoas ligadas aos filhos do presidente com movimentações estranhas.
Com um rápida e certeira "googlada" com o termo "Fabricio Queiroz" temos como resultados diversos veículos de imprensa veiculando matérias sobre o Motorista.
A grande questão é, de quem é a corrupção que será combatida? acho que só as das questões pretéritas dos governos anteriores, pois, muito se justifica quando algo surge.
Apenas para relembrar: "Assessora de Bolsonaro Personal Trainer"
Nesse momento do texto alguém já deve esta perguntando mas e o PT, cara, eles poderiam fazer um mea culpa e nos poupar destes artigos aqui e elencarem todos os crimes que cometeram, não só eles, PMDB que hoje é o MDB e o PSDB, PCdoB e até o PSOL. Então calma lá.
Algum gênio criou o site "acabou a mamata" - uma espécie de analogia daqueles quadros de acidentes de grandes empresas que tem a mensagem "estamos a xxx dias sem acidentes ou incidentes" - O Site contabiliza e agrupa as mamatas do governo atual.
No site dicionáriopopular.com, se pesquisarmos pelo significado de mamata ele retorna com:
Modo fácil de obter algo, ou de proceder de alguma forma fácil ou às custas de outrem; Situação favorável; lucro fácil. Sem fazer nada, sem trabalhar.
O Site acabou a mamata está hoje (12/01/2019) com 01 (um) dia sem mamatas, o recorde fora de 04 (quatro) dias, quem quiser visitar e analisar e compartilhar a crítica das mamatas, entra lá e volta aqui para falar, sera maravilhoso.
Site: acabouamamata.com.br
O combate a corrupção ele deve ser sistêmico e feito, na minha opinião que deve está custando uns 10 centavos, por pessoas que não são obstinadas ou que tenham um comportamento desviante e que flerte com autocracias.
O governo atual, eleito de forma democrática sim, fizera uma campanha louca em cima de uma inimigo que não existe (comunismo brasileiro) e contra o partidos dos trabalhadores.
Uma campanha que considero injusta e desleal, a disputa política não é uma guerra, ela deve (apaixonado eu sou) ser pautada na disputa de quem tem para apresentar a melhor proposta para a gestão de um pais. E quando se trata do nosso país, um país de dimensões continentais fica muito mais difícil aceitarmos goela abaixo uma visão default de gestão que impõe políticas publicas e sociais nada ortodoxas para uma democracia tão jovial.
A caça as bruxas começou com as exonerações em massa dos servidores de diversos órgãos do executivo, legislativo e judiciário. Um verdadeiro engessamento homogênico das instituições.

Entre diversos "impropérios" da oposição os mais relevantes e que geraram muito clickbait estão:
Amigo particular do Bolsonaro é indicado para Gerência de Segurança da Petrobras - fonte: Valor Economico Parecer da AGU "obriga" IBAMA anular multa contra Bolsonaro - Fonte: Exame Filho de Mourão vira assessor do presidente do Banco do Brasil e triplica salário - Fonte: Carta Capital Michele "Libras Queen" emplaca amiga em secretaria do governo - Fonte: O Globo. Publicitário filiado ao PSL é nomeado presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, APEX e não fala inglês - Fonte: O Antagonista Secretário parlamentar de Bolsonaro atua em página de apoio ao candidato - Fonte: Fonte
Sobre o indicado a APEX recomendo assistir o vídeo divertidíssimo do Youtube Izzy Nobre, ele faz uma excelente referência com a série The Office sobre o causo: https://www.youtube.com/watch?v=L6Va0gubL5U
Esse texto é uma análise de 12 (dias) de governo novo, e nesses dia quase ínfimos comparados aos do ano inteiro, muita coisa já aconteceu, e a bolsomania coloca uma venda enorme e constroem milhares de explicações conexas para justificar as escolhas do governo.
Mas o Lula, A Dilma, O DHC e o Collor fizeram e ninguém disse nada, eu era criança e não tinha ferramentos ou senso crítico para fazer na época, se tivesse também fária sobre eles, no do Lula e da Dilma já tinha mas aspirações para treinar escrita surgiram somente por ora e agora.
Ressalvando que muitos tem razão, o presidente eleito indica quem ele quiser, o mínimo que deve ser observado são as qualificações técnicas para assumir determinado cargo, fora isso tudo certo, agora qualitativamente, devemos observar o que é feito por cada indicado e quem faz o Lobby para este governo que vai desde o porteiro aos donos de tv (SBT e Record hein, que lindo) e isso não é errado, a política é um jogo complexo igual xadrez e se você não sabe jogar, não se meta.
E para finalizar:
Queiroz e família dançando no Hospital Albert Einstein, com camisas de tons alaranjados (que pode sim, não tem problema) mas que é uma verdadeira chacota para todos aqueles que pedem explicações sobre o que tem ocorrido, origem das movimentações financeiras e, Queiroz, aquela desculpa de vendas de carros, pelo amor de Deus. Aquilo nem colou:
Quem quiser vê a dancinha segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=fRyUBQdl36g
Menção honrosa de vídeo:
Quem ainda não assistiu, deve assistir!
O documentário facada no mito é no mínimo revelador para aqueles que não entende até hoje a facada mais fácil de se fazer no mundo: https://www.youtube.com/watch?v=kDe6Vvgvf44
O combate a corrupção é sistêmico, volto a dizer, se o Estado quiser ele faz, pega e força a delação e etc. Lula que o diga, nunca sofreu uma condução coercitiva, Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz até hoje fazendo o Parquet de besta e rindo da cara deles.
Abraços e obrigado.
submitted by tkaliveira to brasil [link] [comments]


2019.01.12 13:57 tkaliveira Todos sabem onde está Queiroz!

Todos sabem onde está Queiroz!

Queiroz que vende muitos carros, muitos carros, muitos carros.
O governo executivo antes de se-lo vociferou nos quatro cantos do mundo que o governo seria uma espécie de Estado novo focado no combate a corrupção, e hoje 12 dias depois há muitas dúvidas sobre o mecanismo deste combate.
O país está explodindo como tem que ser, crimes de colarinho branco sul e sudeste e crimes contra a sociedade no norte e nordeste. Fortaleza está sitiada pelo crime após implantarem sistema de bloqueio de sinal de telefones nos presídios e as facções criminosas estão reagindo desesperadamente contra o Estado por causa da medida.
A reação é catastrófica, vão de explosões de bancos a demolições de viadutos, brigas de gangues a moda antiga e execuções comuns com arma de fogo. Aqui mesmo no reddit estão explodindo vídeos mostrando as ações das facções criminosas e também, as ações das polícias táticas no combate (que são execução fria e torturas).
Se você for sádico assistirá sem problemas o vídeo intiulado "Veja atuação da Força Nacional no Ceará" - https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=kjPw_1VBV7Q

Não é de hoje que sabemos que as corporações tratam o tráfico como ato de guerra e ou terrorismo, transformando os ambientes urbanos em verdadeiros campos de guerra e em hipótese alguma mensurando se haverá baixas civis inocentes ou não..
Não sou demagogo em dizer que o que está havendo é culpa do governo Bolsonaro, o colapso da segurança pública é atemporal na nossa realidade, ele apenas é administrado para garantir aquele voto certo que elege quem dele se aproveita. Não se engane, a força nacional (do governo, da união) vai vencer essa Guerra. Witzel que o diga.
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras, um órgão que para mim apareceu do nada, e sim, ganhou um protagonismo gigantesco ao publicizar que pessoas envolvidas no governo executivo tinham movimentações suspeitas em suas contas. O suspeito da vez foi o Sr. Fábricio Queiroz, um motorista singelo e de classe média baixa, com uma residencia simples mas com um volume expressivo de dinheiro na conta.
Quando a matéria explodiu na imprensa logo vieram os oposicionistas tripudiarem com todo os seus materiais bélicos digitais a situação (pode, até pode mas fica sem graça) - E as investigações não pararam, aos poucos um emaranhado obscuro de informações foi tecendo uma linda raiz de transações que escancararam várias pessoas ligadas aos filhos do presidente com movimentações estranhas.
Com um rápida e certeira "googlada" com o termo "Fabricio Queiroz" temos como resultados diversos veículos de imprensa veiculando matérias sobre o Motorista.
A grande questão é, de quem é a corrupção que será combatida? acho que só as das questões pretéritas dos governos anteriores, pois, muito se justifica quando algo surge.
Apenas para relembrar: "Assessora de Bolsonaro Personal Trainer"

Nesse momento do texto alguém já deve esta perguntando mas e o PT, cara, eles poderiam fazer um mea culpa e nos poupar destes artigos aqui e elencarem todos os crimes que cometeram, não só eles, PMDB que hoje é o MDB e o PSDB, PCdoB e até o PSOL. Então calma lá.

Algum gênio criou o site "acabou a mamata" - uma espécie de analogia daqueles quadros de acidentes de grandes empresas que tem a mensagem "estamos a xxx dias sem acidentes ou incidentes" - O Site contabiliza e agrupa as mamatas do governo atual.
No site dicionáriopopular.com, se pesquisarmos pelo significado de mamata ele retorna com:
Modo fácil de obter algo, ou de proceder de alguma forma fácil ou às custas de outrem; Situação favorável; lucro fácil. Sem fazer nada, sem trabalhar.
O Site acabou a mamata está hoje (12/01/2019) com 01 (um) dia sem mamatas, o recorde fora de 04 (quatro) dias, quem quiser visitar e analisar e compartilhar a crítica das mamatas, entra lá e volta aqui para falar, sera maravilhoso.
Site: acabouamamata.com.br
O combate a corrupção ele deve ser sistêmico e feito, na minha opinião que deve está custando uns 10 centavos, por pessoas que não são obstinadas ou que tenham um comportamento desviante e que flerte com autocracias.
O governo atual, eleito de forma democrática sim, fizera uma campanha louca em cima de uma inimigo que não existe (comunismo brasileiro) e contra o partidos dos trabalhadores.
Uma campanha que considero injusta e desleal, a disputa política não é uma guerra, ela deve (apaixonado eu sou) ser pautada na disputa de quem tem para apresentar a melhor proposta para a gestão de um pais. E quando se trata do nosso país, um país de dimensões continentais fica muito mais difícil aceitarmos goela abaixo uma visão default de gestão que impõe políticas publicas e sociais nada ortodoxas para uma democracia tão jovial.
A caça as bruxas começou com as exonerações em massa dos servidores de diversos órgãos do executivo, legislativo e judiciário. Um verdadeiro engessamento homogênico das instituições.
Entre diversos "impropérios" da oposição os mais relevantes e que geraram muito clickbait estão:
Amigo particular do Bolsonaro é indicado para Gerência de Segurança da Petrobras - fonte: Valor Economico
Parecer da AGU "obriga" IBAMA anular multa contra Bolsonaro - Fonte: Exame
Filho de Mourão vira assessor do presidente do Banco do Brasil e triplica salário - Fonte: Carta Capital
Michele "Libras Queen" emplaca amiga em secretaria do governo - Fonte: O Globo.
Publicitário filiado ao PSL é nomeado presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, APEX e não fala inglês - Fonte: O Antagonista
Secretário parlamentar de Bolsonaro atua em página de apoio ao candidato - Fonte: Fonte

Sobre o indicado a APEX recomendo assistir o vídeo divertidíssimo do Youtube Izzy Nobre, ele faz uma excelente referência com a série The Office sobre o causo: https://www.youtube.com/watch?v=L6Va0gubL5U

Esse texto é uma análise de 12 (dias) de governo novo, e nesses dia quase ínfimos comparados aos do ano inteiro, muita coisa já aconteceu, e a bolsomania coloca uma venda enorme e constroem milhares de explicações conexas para justificar as escolhas do governo.
Mas o Lula, A Dilma, O DHC e o Collor fizeram e ninguém disse nada, eu era criança e não tinha ferramentos ou senso crítico para fazer na época, se tivesse também fária sobre eles, no do Lula e da Dilma já tinha mas aspirações para treinar escrita surgiram somente por ora e agora.
Ressalvando que muitos tem razão, o presidente eleito indica quem ele quiser, o mínimo que deve ser observado são as qualificações técnicas para assumir determinado cargo, fora isso tudo certo, agora qualitativamente, devemos observar o que é feito por cada indicado e quem faz o Lobby para este governo que vai desde o porteiro aos donos de tv (SBT e Record hein, que lindo) e isso não é errado, a política é um jogo complexo igual xadrez e se você não sabe jogar, não se meta.
E para finalizar:
Queiroz e família dançando no Hospital Albert Einstein, com camisas de tons alaranjados (que pode sim, não tem problema) mas que é uma verdadeira chacota para todos aqueles que pedem explicações sobre o que tem ocorrido, origem das movimentações financeiras e, Queiroz, aquela desculpa de vendas de carros, pelo amor de Deus. Aquilo nem colou:
Quem quiser vê a dancinha segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=fRyUBQdl36g
Menção honrosa de vídeo:
Quem ainda não assistiu, deve assistir!
O documentário facada no mito é no mínimo revelador para aqueles que não entende até hoje a facada mais fácil de se fazer no mundo: https://www.youtube.com/watch?v=kDe6Vvgvf44
O combate a corrupção é sistêmico, volto a dizer, se o Estado quiser ele faz, pega e força a delação e etc. Lula que o diga, nunca sofreu uma condução coercitiva, Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz até hoje fazendo o Parquet de besta e rindo da cara deles.
Abraços e obrigado.

submitted by tkaliveira to BrasildoB [link] [comments]


2018.09.28 02:14 JequitiSubliminar Relacionamentos são díficeis demais

Tô afim de desabafar algo que tá me incomodando há quase um ano. Eu não quero conversar com nenhum amigo meu, pois é algo que eu tenho vergonha de admitir. Melhor falar para centenas de anônimos na internet, o que teoricamente é um ótimo plano. Mas vamos ao que interessa. Eu conheço minha esposa há +- 10 anos. 5 de casados. Aí vêm aquela reclamação que todo casado/casada passa: falta de sexo.
Sabe como é né. Namoro. Aquele entra e sai frenético. A vontade que nunca passa. As conversas safadas ao telefone. Noivado. A atividade de entrar e sair diminui. Conversas safadas são raras, mas acontecem. A primeira conversa sobre falta de entradas e saídas ocorre. Casamento. Nada entra em lugar algum. Do nosso casamento até a primeira noite de sexo se passou 2 anos. Aí mais 2 anos sem nada. E todas as vezes é aquela parada sem vontade, sem criatividade, como se fosse o segundo tempo de um jogo ruim da série C do brasileirão. Chega um momento que você mesmo não quer mais nada com nada. E a magia acontece, pois você também vira um pessoa sem libido nenhuma, pois a rejeição e longas conversas acabam levando a isso caminho. E eu respeito a decisão de não querer sexo, não tenho vontade de forçar a nada. Nunca tive o perfil de estuprador.
Daí a magia da internet acontece, aquela pornografia artística vira rotina. Até o momento que você enche o saco disso. Mas daí, nesse ponto, você já percebe mais outras pessoas. E o ego infla, pois por algo que você não consegue explicar, parece que você chama mais atenção agora do que quando era mais novo. Aí você sempre vê aquela Pessoa. Não sabe o nome, mas o flerte acontece. E o flerte dura meses. Sem nenhuma palavra. Só olhares e um sorriso ou outro. Aí rola um doxxing do amor, descobre o nome da Pessoa, perfil em redes sociais e tudo mais. É só chegar e conversar.
Mas isso não pode acontecer. É errado. Às vezes penso se não deveria terminar meu casamento de uma vez. E nem por querer ficar com a Pessoa, mas por achar que se parei pra desabafar no reddit, é porque algo está muito errado com minha relação. Não é especificamente apenas sexo, há outras coisas que não quero escrever aqui que influenciam nesse meu sentimento de derrota matrimonial. Há noites que acho que meu papel principal é ser motorista ou resolvedor de problemas. E eu não acho que mereco sexo por acumular Pontos de Bom Garoto, chatices fazem parte do casamento. Mas poderia ter um pouco mais de ação.
Era isso. Podem me julgar agora e me chamar de egoísta.
submitted by JequitiSubliminar to desabafos [link] [comments]


2018.02.18 02:31 Prismatta Oi, Voltei! Voltei porque relacionamentos são...complicados

Bom, era bem ativo nesse sub e um tempo atrás fiz um post relatando que eu iria me afastar um pouco porque tudo ia tão bem que eu não necessitava mais desse espaço, bom..acho que estou agora.
Hoje faz um ano que terminei meu ultimo relacionamento, gostava muito dela mas ela foi para outro país, não foi um termino conflituoso porem eu fiquei um pouco mal por um bom tempo.
Nesse tempo eu entrei na faculdade, no começo penava bastante para me sentir seguro suficiente pra "chegar nas gurias" (agora guris de vez em quando haha), mas depois de um tempo fui pegando o jeito e me sentindo mais confortável - faço um sucesso inexplicável com homens e não faço minima ideia porquê.
O problema vem aqui, ta tudo bem vazio sabe, apesar de eu não ter problemas nenhum pra conseguir "trocar umas salivas", eu simplesmente não consigo dar andamento pra nada alem disso. Eu ODEIO conversar através de WPP, devo ter tentado com umas 3 gurias nesse período de tempo, simplesmente não tenho paciência pra esse tipo de jogo de flerte, e com a unica guria que consegui marcar um encontro foi uma falha total, sem química nenhuma.
É um vazio que me incomoda de vez em quando, não conseguir me ligar uma química com alguém, confesso que tenho saudades de sentar no café com alguém e trocar um papo maneiro, saudades de olha pra alguém e simplesmente contemplar a pessoa, saudades daquele silêncio confortável.
ESSE AMOR LIQUIDO É UMA PORRA
submitted by Prismatta to desabafos [link] [comments]


2017.11.11 07:06 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois

A quem possa interessar, agora tem uma parte 2: https://www.reddit.com/brasil/comments/7cq1rk/today_i_fucked_up_a_estranha_sensa%C3%A7%C3%A3o_de/
Reencontrei uma pessoa muito querida para mim ontem de maneira completamente randômica. É um caso tão bizarro que não sei para quem desabafar, já que esse "relacionamento" que eu mantive há 12 anos não chegou a ser sequer um relacionamento e nunca contei dele para ninguém. Esperei a esposa dormir, sentei e escrevi um conto. Fiz uma trash account para jogar isso aqui.
Desculpem o desabafo longo, mas foi o lugar que encontrei para soltar isso.
xxxx
Aconteceu no fim de tarde de uma sexta-feira quente. A cidade impaciente se esvaía para casa nos ônibus e metrôs lotados, a onda de calor de novembro apertando o passo de quem só queria o refúgio caseiro. Saí do metrô da esperando encontrar uma noite fresca, mas fui pego no pôr-do-sol atrasado do horário de verão. Passara o dia fora do escritório em um evento extremamente técnico e só queria desligar a cabeça. Estava bem vestido, mais do que o de costume. As calças jeans escuras relativamente novas, a blusa social quadriculada que usava quando queria se arrumar – mas nem tanto – e a bolsa de couro recém-comprada para ter um ar mais profissional nesses eventos externos.
Me sentia bonito, sentia até que minha barba reluzia ao pôr-do-sol. Ridículo, né? Um pouco de contexto: sempre fui uma pessoa acima do peso e havia acabado de registrar a perda de 32 quilos e indo à academia diariamente. Como qualquer um que foi gordinha a maior parte da vida, eu estava me sentindo muito bem. Por isso, peço que sejam indulgentes comigo. Até porque esse fato é relevante para a história.
Caminhando pela praça em direção ao ponto do ônibus que me levaria para casa, me desvencilhava dos ambulantes peruanos e suas bolsas falsificadas, dos entregadores de folhetos do sex shop de uma galeria ali perto – frequentadores fiéis da praça desde que eu me entendo por gente e provavelmente responsáveis por um número considerável de árvores derrubadas para fazer seus folhetos nessas décadas – e dos estudantes, que tanto pareciam carecer de pressa. Naquela multidão de gente, me surpreendi por notar alguém que me mirava de cima a baixo logo à minha esquerda.
No começo, não me virei. Julguei ser uma daquelas ilusões que a gente tem no canto do olhar. Três, quatro, dez passos. A pessoa continuava ao meu lado e me olhando atentamente, não sobravam dúvidas. Virei o rosto e dei de cara com ela.
Eu gosto muito de ler, mas não sei se já achei na literatura algum trecho que mostre o quão chocante é reencontrar um amor perdido depois de tantos anos. Ela entrou pelos meus olhos e me atravessou por inteiro, trouxe de volta as memórias que já julgava mortas e enterradas havia muitos anos. Por dentro, eu me senti despedaçado, como se tivesse estourado um balão há muito tempo comprimido no canto do subconsciente. Eu lembrei das manhãs que passava com ela, do dia em que ela me deu um CD do Linkin Park, de quando fui embora sem me despedir e não cortei o relacionamento – tosco, incompleto e desajeitado – que nós mantínhamos.
O choque seria menor, certamente, se não houvesse uma tristeza tão cristalina em seus olhos. Ela rapidamente virou o rosto e apertou o passo, mas eu fiquei ali atrás com aquela imagem fixa na memória. Me permiti olhá-la por inteiro enquanto avançava à minha frente. Não por desejo, mas por saudade. Saudade da pele morena, do cabelo ondulado que lhe descia pelas costas da mesma forma que fazia há mais de uma década. E saudade dos olhos de arteira que ela tinha, dos quais eu só lembrei depois de vê-los tão melancólicos. Nos conhecemos no fim do segundo grau e começo da faculdade, não éramos mais crianças. Mas os olhos dela sempre me encantavam: pareciam os olhos de alguém que está ansioso e animado ao mesmo tempo, o olhar de criança que está prestes a fazer merda e sabe disso.
Por sorte, ela seguia na mesma direção do ponto de ônibus e eu a seguia com meus olhos. Não tive forças para cumprimentá-la, a vergonha falou mais alto. Ela também não quis fazê-lo e foi fácil entender porque. Ela envelhecera bem mais do que eu esperava. Tínhamos a mesma idade, eu e ela, mas lhe daria uns dez anos a mais do que eu sem pensar duas vezes. Ganhara peso, o rosto e o cabelo pareciam maltratados, a roupa era desleixada. Nenhum julgamento aqui, quem não teve seu dia de ‘foda-se o mundo’ que atire a primeira pedra. E mesmo assim fez o meu coração parar. E mesmo assim eu só queria correr para perto dela e dizer oi.
Eu e ela éramos criaturas estranhas. Nós dois vínhamos de famílias de classe baixa, nós dois estávamos em um curso de inglês pago por algum parente mais rico, nós dois começamos a trabalhar cedo, nós dois éramos excelentes alunos, nós dois fazíamos parte daquela onda de rock do começo dos anos 2000 que incluía Linkin Park, Evanescence, System of a Down e algumas outras bandas que estavam na moda na época.
Começamos a nos aproximar quando contei para ela que queria fazer XXXXX (carreira omitida). Ela também queria, por isso passamos o ano anterior ao vestibular trocando dicas, comentando provas e trocando confidências no fim da aula de inglês. Eu fazia questão de levá-la para casa todos os dias após o fim da aula de inglês e nós acabamos ficando muito próximos. Só tinha um detalhe: eu e ela éramos comprometidos. Eu namorava uma colega de escola há pouco menos de um ano e era perdidamente apaixonado por ela, apesar dela ter se tornado uma companheira extremamente abusiva ao longo do relacionamento e termos nos separado. Ela namorava um amigo de infância, tinha tudo para crer que ela também era apaixonada por ele e estava prestes a se casar dali a um ano e meio. Sim, ela casou-se ridiculamente cedo, com apenas 20 anos e teve dois filhos logo depois, pelo que eu ficaria sabendo mais tarde por acidente. Nesse período de cerca de dois anos, mantivemos esse relacionamento estranho que eu sequer sei como classificar. Recém-chegados no curso achavam que éramos namorados, apesar de nós nunca nos abraçarmos, andar de mãos dadas ou coisas do gênero. Os alunos que estudavam conosco há mais tempo e já tinham visto nossos verdadeiros namorados achavam apenas que colocávamos chifres neles. Nós nunca fizemos absolutamente nada. Não houve beijo, não houve cabeça no ombro, não houve mãos dadas. Fisicamente, nunca houve nada. Mas havia ali uma cumplicidade quase criminosa, olhares mais longos do que o necessário, um quase que jamais se tornava realidade. Talvez esse carinho fosse fruto de sermos tão parecidos e termos origens tão similares.
Mas tudo acabou sem aviso. Em um intervalo de meses, sofri um duplo revés. O parente que pagava o meu curso descobriu que estava com câncer e seus custos com saúde aumentaram drasticamente. Eu já estava trabalhando e podia pagar, mas perdi o emprego no mesmo semestre. Tudo aconteceu em um intervalo de um mês, em janeiro, e eu não pude voltar ao curso para o semestre seguinte. Era uma época diferente. As redes sociais não eram tão onipresentes (eu tinha meu bom e velho Orkut, ela achava rede social bobeira) e não havia Whatsapp. E algo em mim insistia em dizer que era errado ligar para ela, que era ir longe demais. Então eu sumi da vida dela sem aviso, sem dar satisfação. Simplesmente não me matriculei no curso e jamais toquei no assunto com ninguém, nem com meus amigos mais próximos. Doeu – e doeu muito – mas eu deixei a vida sedimentar tudo aquilo. Eu ganhei peso, meu relacionamento com aquela namorada não andava bem. Naquele momento, eu só queria sumir e não ver mais ninguém. E aquela saída brusca acabou me ajudando nesse sentido. Some aí a baixa auto-estima. Eu nunca achava que uma mulher estava dando bola para mim até elas praticamente se jogarem no meu colo. Quase todas as mulheres com quem saí tiveram a iniciativa ou deixaram bem claro que queriam alguma coisa, sempre fui lerdo ao extremo para flerte. E perdi grandes oportunidades por conta disso, mas isso é passado e não me causa dor, só uma risadas. Exceto nesse caso.
De lá para cá, soube pouco dela. Descobri por um grande acaso que ela teve dois filhos logo após o casamento (Orkut de amigo de um amigo de um amigo que estava no chá de bebê do segundo filho dela, rs). Também vi que ela não passou no vestibular para a carreira que escolhemos, senão seria mais fácil encontrá-la. O curso era bem concorrido e ela não passou duas vezes. Na terceira, já estava com filho e casada, então não avançou. Esbarrei com ela enquanto estava grávida do primeiro fazendo compras no mercado com o marido. Nesse dia, eu estava acompanhado de vários amigos, completamente bêbado e indo para uma festa na região boêmia da cidade. Trocamos um olhar meio constrangido nesse dia, nada mais. Tinha uma mágoa bem nítida nos olhos dela, mas eu ainda relutava em acreditar que eu significava muita coisa para aquela menina. Eu só iria me tocar anos mais tarde que eu, apesar de estar fora dos padrões de beleza, recebia sim atenção do sexo oposto.
Agora avançamos 12 anos no futuro. Cá estou eu, perdido, olhando para uma mulher que teve um relacionamento tão tênue e tão profundo comigo ao mesmo tempo. Ela parou e entrou em uma loja de sapatos em frente ao ponto de ônibus para o qual eu estava indo e, mesmo pela vitrine, trocamos alguns olhares demorados. Eu queria chegar perto, eu queria dizer oi, eu queria chamá-la para jantar. Mas, no auge dos meus 30 e poucos anos, eu me senti um adolescente envergonhado de 17. E uma voz bem clara ecoava na minha cabeça: “você é casado, você tem um casamento muito feliz e você nunca traiu sua esposa e nenhuma das suas outras ex-namoradas. Você não vai começar a fazer merda agora”.
E se eu fosse dar um oi, serviria de quê? Requentaria um amor adolescente que provavelmente só faria mal a nós dois? Reviveria a mágoa daquele adeus decepado, sem dar a menor satisfação? Tudo isso só transformava minhas pernas em âncoras que meus olhos teimavam em ignorar. Ela saiu da loja e, pela primeira vez naquele fim de tarde, me olhou de forma direta. Sem aquela desviada de olhar que vem um par de segundos depois, sem aquela sensação de acidente ou constrangimento. Nos encaramos por um período que, me perdoem o clichê, parecia uma eternidade. Eu sabia que aquela era a minha deixa para chegar mais perto, mas eu não fui. Ela me deu as costas e sumiu na multidão, provavelmente para sempre. Meu coração ficou ali perdido, sem saber como era possível lembrar-se de tanta coisa em tão pouco tempo.
Sentado no ônibus de volta para a casa, as memórias vinham em atacado. O dia em que ela fez uma cópia do Hybrid Theory e me deu de presente de aniversário. A vez em que eu ganhei de um amigo meu um chaveiro do Nirvana e, quando ela foi pegar para ver, sem querer seguramos as mãos por uns segundos que pareciam compreender toda a história da humanidade. Quando levei meu discman para o curso e a gente escutou junto um álbum do System of a Down no ano em que lançaram Hypnotize e Mezmerize.
É triste a vida ser tão curta, eu concluí. Tem tanto amor para se viver, tanta história que poderia se escrita a dois que nós nunca vamos conhecer. Tanta coisa inesperada que acontece num fim de tarde sem propósito, tanta coisa que a gente deixa de perceber e que acontece porque você notou alguém no canto do seu olho. E eu, muito provavelmente, nunca mais vou vê-la. Se eu tivesse a oportunidade de reviver esse momento, eu não sei o que eu faria. Chamava para tomar um café e pedia desculpa por nunca ter falado que eu era perdidamente apaixonado por ela e que vivia um relacionamento conturbado com uma companheira abusiva, mas que a baixa auto-estima me impedia de agir? Diria que havia praticamente esquecido que ela existia nos últimos 10 anos, mas que bateu um misto de culpa e carinho enormes tanto tempo depois? Não acho que nada disso valeria a pena.
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