Quando eu vou arrumar uma namorada

O vagabundo que só fica no quarto

2020.11.23 22:58 Ramonzera_ O vagabundo que só fica no quarto

Ultimamente uma coisa vem me deixando muito desconfortável em relação a minha família, sou estudante de arquitetura, e trabalho de freelancer com modelagem 3d e renderizações, meu estudo e meu trabalho depende exclusivamente de horas na frente do computador, coisa que eu faço todos os dias úteis a tarde, mas parece que a família não entende isso e quer taxar você de vagabundo. Hoje me deparei com uma situação totalmente desconfortável, quando uma prima veio me visitar, (vem uma vez por ano) , entrou no quarto e eu estava trabalhando, ela simplesmente começou a gravar um historie dizendo:
"tá vendo, não faz nada e só fica no quarto, não sabe o que é dar duro na vida, por isso que não tem amigos e depende dos outros pra tudo"
Isso fez meu sangue ferver, esse ano mesmo com a pandemia , consegui um bom estágio, consegui comprar um ótimo computador, uma bicicleta, e um celular, além de arrumar uma ótima namorada também, estou super bem de vida, gasto meu auxílio emergencial ajudando minha mãe e meus avós, e mesmo assim sou obrigado a escutar esse tipo de coisa , me desanima muito ver toda a família comentar sobre isso sem ninguém vindo me perguntar o que eu sinto com isso tudo, por muitas vezes me vejo desamparado e sem ânimo pra continuar estudando , fazer o que eu gosto ultimamente se tornou cansativo e chato por eu sabe que nunca vou ser bem visto pela família, enfim, é isso
Um desabafo de um "talvez" futuro arquiteto, que é a piada da família e que está cansado de ouvir esse tipo de coisa.
submitted by Ramonzera_ to desabafos [link] [comments]


2020.11.14 03:40 dandanyami Um grande desabafo que ninguém vai ler atualização 13/11

Vocês se lembram disso? eu vim dar uma breve atualização porque você não precisa da lei de Murphy pra ela se provar real.
No antigo post relatei meus problemas financeiros e risco que corro de perder minha casa, com a faculdade e os bullyngs que sofro tanto por parte dos alunos da minha turma quando pelo meu orientador de curso que agora sempre que tento tirar duvida em aula ele me humilha na frente de toda a turma.
E agora passei por uma avalanche de coisa que eu não sei o que fazer, vou tentar seguir uma linha cronológica aqui.
Depois do post, descobri que por algum motivo um amigo meu surtou em relação a mim, me bloqueou em tudo e falou para varias pessoas o quanto ele tinha dedo podre pra amigos, alem de indiretas me chamando de falsa eu realmente não ei o que fiz, ele me conhece a mais de 10 anos, fiz muita propaganda do trabalho dele como artista, e nos ultimos meses só fico em casa estudando que nem maluca.
Acho que foi um baque confuso, mas eu não tive tempo pra assimilar nada pois comecei a vomitar demais, aparecer enormes hematomas bem escuros pelas minhas pernas sem eu bater, e depois de suas semanas sem ingerir nada porque vomitava tudo, fui em um hospital (contra a vontade da minha mãe que dizia que era só drama meu), e bem, fui encaminhada pra um centro de consulta como caso de urgência, os médicos de la me fizeram fazer um monte de exames, tanto que demorou um mês pra tudo ficar pronto. E, lembram do ataque cardíaco do meu pai? em 2017 eu fiz tratamento para depressão e síndrome do panico, o médico me passou doses altíssimas de um remédio que é PROIBIDO para pessoas com histórico de doença cardíacas, e eu estava com sequelas. Resumindo minha vesícula desde então começou loucamente a produzir pedras, e obrigava meu corpo armazenar gordura para ela poder produzir pedras, por isso eu não conseguia perder peso.
E quando fui conversar com minha melhor amiga, que nem da cidade é, ela tava estranha e quando perguntei sobre isso ela surtou também, temos amizade a 9 anos e ao mesmo tempo em que ela começa namorar uma menina, que eu sinceramente acho que só ta com ela por interesse, ela simplesmente surtou comigo, e eu com uma vesícula sem funcionar não tava muito bem pra discutir, mas ela nunca mais falou comigo e fica postando indiretas deixando bem clara que a namorada dela me "substituiu".
Agora com uma casa pra perder, um coordenador de curso me humilhando na frente da turma sempre, uma vesícula pra tirar por cirurgia e risco das pedras descerem para o pâncreas e dar pancreatite, ou ficarem se arrastando na parede da vesícula provocando necrose ou hemorragia interna, vocês acham que não pode piorar?
Garanto que pode, hoje eu tive uma briga feia com a minha mãe sobre isso, eu não posso ficar andando e fazendo um monte de coisa pra não atingir o pâncreas ou começar a necrosar, e minha mãe todo dia grita comigo ou briga comigo porque tenho que ajudar a arrumar a casa, no meio do ano ela tava trabalhando no tcc e eu fazia absolutamente tudo na casa sozinha porque queria ajudar ela, enquanto me virava com as aulas e trabalhos, mas as ordens de eu ficar quieta na cama foram bem claras.
Minha mãe sempre teve essa mania de desacreditar nas minhas doenças e já quase me matou de pneumonia por causa disso, porque ela tava convencida que era invenção minha, sendo que eu tava com febre muito alta. Isso fica pra outra história mas deixo claro que ela não é antivacina, ela por algum motivo não acredita quando falo que to doente, nunca menti doença, mas ainda assim sempre que tenho algo sério e como se eu tivesse só vagabundeando.
A briga foi feia porque pedi um pouco de paz pra descansar, ela levou pro lado pessoal, eu acabei me exaltando por ela falar que eu só causava estresse nela também disse que já que só trago estresse eu não queria ninguém me acompanhando na cirurgia, resultou num block em tudo e ela fingindo que não existo na minha própria casa.

resumo, prestes a perder a casa, perseguida pela turma e orientador, sem amigos nem distantes pra desabafar e com minha mãe com raiva de mim, é isso ai, sempre piora.
Devo estar sendo punida por algo de uma vida passada, vai ver fui o Hitler
submitted by dandanyami to brasil [link] [comments]


2020.11.08 04:19 DavidDBurkhart Perdido sem saber oque faço.

Bom, não sei muito bem por onde começar, mas sei que eu preciso desabafar, sempre tive a vontade de ir a um psicologo mas sempre tive alguns problemas com isso, mas pretendo encontrar algum após toda essa pandemia acabar.
Realmente sinto a falta de alguém para conversar algumas coisas, tenho meu pai, mas infelizmente ele está passando por uma fase de ser MUITO religioso a ponto de qualquer coisa que eu fale ele me diz para conversar com Deus, peça a Deus e todo esse papo religioso, tenho uma certa crença no deus cristão mas me considero agnóstico.
Tenho minha irmã que sempre foi boa comigo e cuidou de mim desde muito novo quando nossa mãe nos largou, não tenho palavras para agradecer a ela que largou tudo por mim, e é apenas isso que me motiva, tentar trazer algo melhor para ela, tentar recompensar ela de alguma forma.
Mas oque eu realmente queria dizer aqui é que, eu cansei de ser quem eu sou, nunca tive problemas em ser pouco sociável estava tranquilo com essa minha decisão.
Mas eu cansei disso, vou fazer 20 anos e to em um emprego que eu GOSTAVA mas ja to de saco cheio disso, ganhar pouco, atender cliente chato, fazer coisas chatas, mas tudo bem né, todo emprego eu imagino que seja assim
Quando eu paro pra pensar oque eu quero fazer não me vem nada na cabeça que eu goste, acabo achando tudo muito chato no final, muito tedioso, tudo mesmo, até oque eu mais faço que é jogar, eu acho tedioso fazer isso de uma forma mais "profissional".
Ja tentei fazer varias coisas, tentando por 1h, 1 dia, 1 semana, 1 mês, sempre forçando algo, eu tento, tento mesmo, mas nunca desperta algo em mim que faça eu realmente querer fazer aquilo, mesmo eu sabendo que não posso escolher oque quero, sabendo que eu apenas tenho que fazer algo, mas não consigo, fico estagnado, sempre chega uma hora de algo que eu estou tentando fazer e simplesmente não consigo mais.
Me lembro de algumas coisas que eu li, dizendo para encontrar algo que goste de fazer e se entregar ao máximo naquilo, mas esse é todo o problema, eu não faço a minima ideia do que pode ser feito, mesmo que seja algo MUITO alem da minha imaginação, sempre fui muito pé no chão, sem sonhos não reais, e até mesmo por isso já pensei em muitas coisas que são fora de minha realidade mas por mais irreal que seja, não encontro nada.
Bom, eu sempre tive problema com disciplina, e eu acho que esse é o meu maior problema, sempre fui um procrastinador nato.
Mas desde o ano passado que eu venho tentando mudar isso. ano passado fiz CESEC e consegui concluir uma parte dos estudos no final de 2019 e estava para terminar o resto nesse ano e por um pouco de procrastinação e falta de sorte, bum, quarentena adiou meus planos de tentar concluir os ensinos esse ano e tentar fazer algo presencial para tentar aprimorar minha disciplina.
E como eu deixei isso aconteceu comigo?
Desde muito novo eu não gostava de ir a escola, e meu pai que estudou apenas até o quarto ano nunca fez muita questão de eu ir a escola, então quando eu dizia que não queria ir ele sempre deixava, não culpo meu pai por isso, sei que é culpa minha, mas poxa, eu tinha 07 - 09 anos, acho que a maioria das crianças não gostam de ir pra escola nessa idade, então eu fui criando essa falta de disciplina.
Fui reprovado um ano por causa das faltas que eu tive, e no ano seguinte, em junho/julho acabei perdendo mais um ano por causa do falecimento da minha mãe, mesmo que ausente na minha vida, o pouco convívio que eu tinha com ela beteu um pouco forte.
Apos isso minha outra irmã por parte de mãe me convidou para morar com ela e estudar, meu pai aceitou, eu aceitei e foi muito bom, eu adorava a nova escola, adorava os amigos que eu tinha la foi uma experiencia muito boa, que eu sinto muita falta de não ter continuado estudando la, após 2 anos morando com minha irmã eu voltei para a casa do meu pai, voltei a estudar na escola na qual eu estudava quando mais novo, e não demorou muito para eu voltar pra minha rotina de faltas, porem desta vez fui mais moderado não faltando muito para poder passar de ano.
Sempre tive muita vergonha da minha casa, pois não é muito bem uma "casa" e para mim, criança/adolescente não era muito legal pensar em chamar algum amigo para ca, ou algo assim fazendo com que eu não tivesse um vinculo fora da escola com algum amigo.
Um amigo muito próximo meu teve que sair da escola e eu acabei ficando muito sozinho, naquele tempo eu infelizmente não tinha o pensamento de hoje e como eu ja não gostava de estudar, isso fez com que eu fosse parando de ir cada vez mais, até que eu parei de ir a escola e nunca mais voltei. assim que eu sai eu tinha contato de alguns "amigos", mas que foi se perdendo, por culpa minha, insegurança, autoestima, essas coisas.
Ficando cada vez mais fechado e caindo na rotina de trabalho/casa, e como eu disse acima, eu estava tranquilo com isso, até um tempo pra atrás que eu percebi oque eu avia perdido, perdi toda uma adolescência, socializar, sair com os amigos, uma namorada ou algo assim, e isso bateu muito forte em mim, percebi tudo oque eu avia perdido e agora eu me encontro aqui, 19 anos ainda virgem (mas considero isso o menor dos meus problemas, não fico muito nessa paranoia), sem nenhum amigo ou colega, sem a minima noção do vou fazer da minha vida seja em trabalho ou pessoal e financeiramente fodido sem poder contar com pai ou família.
E eu não sei oque faço, parece que a cada dia isso vai ficando maior e maior, só vai aparecendo problemas em cima de problemas e eu não faço a minima ideia de onde começar pra arrumar toda essa cagada que eu construí.
Essa é a primeira vez que eu "falo" sobre isso de alguma forma e só de ter escrito esse texo ja sinto um certo alivio de finalmente esta desabafando isso.
Desculpa ae pelo textão e os erros no português.
submitted by DavidDBurkhart to desabafos [link] [comments]


2020.11.02 19:02 kimmertin Terminei com ela...

Pois é terminei com minha web namorada, isso foi muito difícil pra mim, o pior foi ver ela toda alegre antes de eu terminar, pensando nos nossos planos para o futuro, e depois que eu terminei, ela começar a chorar sem parar, e dizendo "porque você está fazendo isso comigo, sempre te amei", nossa eu segurei muito pra não chorar, e no final eu segurei tanto, que nem tive mais vontade, já caiu a fixa umas 10 vezes, e toda vez que eu lembro dela, penso será que eu fiz certo em ter terminado, porque eu não só me prejudiquei, prejudiquei também o dia dela inteiro, talvez a semana, ou até mais o mês, antes eu ficava pensando, a quando a gente terminar eu vou ficar jogando o dia inteiro pra esquecer, mas não adianta, quanto mais eu jogo mais eu lembro dela, sipa eu fiz merda, uma merda que eu nunca mais vou conseguir corrigir, acho que se ela morasse na mesma cidade que eu teria dado certo, mas como ela mora a mais de mil km não deu, não sei mas parece que, não sai da minha cabeça, é uma sensação que eu nunca tinha sentido antes na minha vida, uma sensação estranha, o que eu estou sentindo, é tipo um amor que eu achei que não era correspondido, mas no final era, e eu acabei entre a gente por achar que não era, parece que foi eu que não tinha o amor por ela, parece que ela me amava, e eu que não amava ela, tomara que eu tenha feito a decisão correta, o pior, a gente estava se dando certo, depois eu conversei com ela, e a gente estava começando a entender um ao outro, ela entendeu o meu lado, e ela até pediu desculpas por estar sendo fria comigo, e que nunca mais vai ser, e o pior ela realmente ela não estava mais sendo fria comigo, antes ela só falava de vamos dar um tempo, a se você está confuso bora terminar, ai depois eu perguntei pra ela por que ela queria tanto dar um tempo, e ela falou que não queria mais dar um tempo, porque a gente estava indo bem, assim fico até sem o que falar, parece que esses dias, minha vida tem mudado totalmente de rumo, nem sei mais se é realmente minha vida, antes eu ficava sozinho porque achava que ninguém ligava pra mim, ai conheci ela, e tudo mudou, ai terminei com ela, e tudo voltou como era antes, e para falar a verdade minha vida sem ela não era nada boa, a sensação de que quando você acordar, você não vai ter ninguém para mandar mensagem, ou que ninguém vai te mandar mensagem, é horrível, não sei se eu consigo arrumar amigos com quem conversar, porque antes eu já era tímido, mas parece que agora estou retraído, nem sei como que eu estou conseguindo escrever tudo isso aqui, espero que minha vida tome um rumo que ao menos eu queira.
submitted by kimmertin to desabafos [link] [comments]


2020.10.22 01:18 KrisiAX :)

Bom, vou resumir bastante e tou nem aí pra erros de português fodase, cresci em uma família que é basicamente ódio puro todo mundo se ódeia mais planta falsidade quando estão cara a cara, nasci já quase morrendo sem ar, meus pais divorciados e msm assim morando na msm casa, quando eles se afastaram msm não deixaram eu ficar com minha mãe, o motivo era q minha mãe ia muito pra festa até trazia caras com meu pai em casa, eu já morando com meu pai só vivia se mudando e quando ele arrumou alguém começou a resolver tudo, tudo msm com agressividade, eu tinha muita dificuldade em prestar atenção e em estudar, meu pai fazia eu sentar em uma mesa e ficar estudando o dia todo e ele saia pra trabalhar e a mulher dele tb, ficava sozinho o dia todo,só me divertia na escola por enquanto, quando meu pai chegava em casa ele me perguntava algo da matéria e eu não sabia responder pq qualquer coisa me chamava atenção e ele smp me batia quando não sabia responder, teve um dia em que eu não quis ir pra escola e não fui, passei a manhã todinha na rua pós só vivia dentro de casa e estava realmente curioso sobre lá fora e meu pai soube dessa falta, e quando cheguei em casa ele tbm tava la, falou q era pra eu ir lá pra trás, ele tinha pegado a coleira de ferro do cachorro e me bateu muito com ela essa surra é aqui mais me perturbou na minha vida,tinha ido pra escola no dia seguinte, ninguém perguntou se eu tava bem ow oq aconteceu, comecei a preferir ficar sozinho ai,a gente começou a morar na favela, onde a mulher dele morava,a mulher dele só vivia me colocando pra baixo pq tinha dificuldade em se concentrar nas coisas, quando o filho deles nasceu, aí foi quando as agressões aumentaram,a mulher só vivia dizendo que minha mãe não me queria e chamava ela de todos os palavrões possível, bem novinho comecei a ter raiva das pessoas, com 10 anos minha vó veio me tirar daquela situação e deu a minha mãe, minha mãe não era aquela pessoa que eles falava, era uma mulher boa que claro no passado tinha várias parada, ali pensei que ia ficar bem, mais com o tempo minha cabeça estava entrando em surto, entrei na minha primeira escola naquela moradia, eu era calado e muito tímido foi difícil arrumar colegas, mais arrumei 1, não 1 colega e ss amigo(é meu amigo até hj) mais tb arrumei mais uma merda na vida, com 13 anos arrumei uma mina (precoce) mais velha q eu, não sabia nem namorar direito, com 2 meses eu fui na casa da mina, a casa dela é logo de esquina e tem um campo na frente sem luz, quando estava chegando eu vi uma cara com ela, eles estavam se beijando e o cara tava com a mão dentro do short dela, eu nem fiz nd com a situação, eu só voltei pra casa coloquei um lençol tampado todo meu corpo e chorei pra krl calado pra ninguém ouvir, foi aí q meti na minha cabeça q não precisaria de ninguém, tinha uma pessoa na minha vida q tirava sorriso meu q era meu tio mais teve um dia na madrugada um cara veio em casa falando q ele tinha morrido com um tiro no peito, meu primeiro ataque de pânico minha mente parou, ficou com vários pensamentos e só oq vinha na minha cabeça era se matar, foi aí a minha primeira tentativa de suicido com uma corda mais ainda bem q eu tomei minha cabeça de volta e pude conter, comecei a usar maconha pois me ajudava muito com os pensamentos me fazia dormir bem mais tb veio a raiva explosiva e os problema com socialização paranóias e mais(não por causa da maconha),eu só fazia brigar e usar maconha,depois de um tempo comecei a cultivar dentro do meu quarto, smp preservei a privacidade e tinha muito ciúmes das minhas coisa, meu tio foi abrir meu quarto, e era o logo oq eu não gostava, abriu meu quarto e entrou nele, mais eu enguli essa situação, ele quis contar pra minha familia, mais aí eu já tava com mais nd no quarto tinha jogado tudo, e quando vieram tirar satisfação eu falei q era pra amostrar as provas, entraram no meu quarto e não viram nd começaram a ficar puto com meu tio, ele veio tirar satisfação cmg, eu fui na cozinha e peguei uma faca e fui em direção dele pra enfiar nele, mais tinha muita gente e eles me seguraram, horas depois meu tio voltou, com um 38 falando que ia atirar em mim, não tive preocupação nenhuma com aquilo não tive medo nd, eu pedi pra ele atirar várias e várias vezes, ele com um 38 enfurrajado, acabou não atirando não sei pq, minha mãe veio até mim dizendo que sabia q eu tinha plantado ela chorando dizendo "olha oq vc causou" eu tinha olhando pra ela e falei "tou nem aí", meu segundo surto foi nesse dia, perdi a cabeça e tentei meu segundo suicido e mais um sem sucesso, minha mãe tinha visto, tentou me colocar no psicólogo, mais como eu tinha na cabeça q não precisaria de ninguém se mantia no quarto,eu gostava muito de programação e hacking, eu lia bastante sobre, ficava admirado com as parada q via sobre eles, eu prefiria ta estudando programação do que estuda na escola, uma professora veio até mim no final da aula dizendo que notou que eu tenho problemas só vendo minhas atitudes dentro da sala de aula, ela falou que eu podia contar sobre eles a ela, eu fugi do meu orgulho e tentei contar mais não consegui, comecei a chorar e ela falou q era pra eu ir em um psicólogo pq eu ia melhorar muito, eu comecei a pensar sobre minha vida de madrugada, e quis experimentar um psicólogo, eu contei um pouco da minha vida a ele, e ele me encaminhou a uma psiquiatra, contei um pouco a ela tb, e ela me passou remédios pra tomar de manhã e de noite, cara sinceramente foi a melhor escolha da minha vida, pois eu ficava melhor a cada sessão, cada sessão eu esvaziava o barril cheio de problema e estourava a bolha que estava em volta de mim, com 17 anos conheci uma mina depois de um tempo nos começou a namorar, eu ainda contia problemas convivendo na minha cabeça, e aqueles problema começou a afetar a mina, tratava ela mal e meu orgulho não deixava eu pedir desculpa, mais msm assim a mina ficou cmg me deu concelhos e eu jurei pra ela que ia melhorar dali pra frente, tenho 19 anos ainda tou com ela, hj em dia eu ainda tomo os remédios e ainda vou pro psicólogo semanal e psiquiatra a cada mês, sou uma pessoa mudada (claro ainda vem os pensamentos as vezes) mais consegui aceitar as pessoas ao meu redor e ser melhor pra minha namorada, já sei programação e tou querendo fazer um curso pentest kkk, eu resumi bastante mais sofri muito bullying na vida por ser gordo e cheio de espinha na minha adolescência, hj eu faço academia e luto muay thai, é isso :) espero que os que tem conflito consigo msm tentem desabafar com um psicólogo vão ver a mudança.
submitted by KrisiAX to desabafos [link] [comments]


2020.10.16 22:23 Creative_Oven_6350 Estou na minha segunda formação e há quase três anos procurando emprego. Não consigo nada. A frustração está acabando comigo há muito tempo.

Bem, antes de começar, essa conta é uma throwaway, já que pessoas próximas podem ver o post.
A questão é a seguinte: logo que saí do Ensino Médio, consegui entrar em uma universidade federal. Na época eu tinha algumas ideias do que queria fazer para a vida e decidi arriscar na que me parecia mais legal. Não me entendam mal, não é que eu me arrependa de minha escolha, honestamente se não fosse por ela eu não acho que seria a pessoa que sou hoje e não conheceria minha namorada (com quem tenho um relacionamento há 5 anos).
Para ser mais específico, eu entrei em Licenciatura e Bacharelado em História, na UFPR. Eu realmente gostei do curso. História sempre foi uma área que me fascinou e durante a formação pendi cada vez mais para a pesquisa. No entanto, claro que na metade da graduação percebi a falta de perspectivas de pesquisas nessa área no Brasil e comecei a pensar em alternativas de onde trabalhar.
Sempre gostei de dar aula, apesar de nunca querer ser professor do Estado. Então entrar em PSS não era uma opção. Antes da minha primeira graduação, durante e até um tempo depois, sempre trabalhei informalmente em negócios da família. Fui assistente administrativo no escritório de contabilidade dos meus pais. Ajudei na pequena gráfica digital que meu tio tinha, tanto no balcão quanto no setor de compras. Esses trabalhos me ensinaram muitas coisas e me deram muitas habilidades diferentes. Sempre sou elogiado por ser comunicativo, tenho habilidades avançadas no pacote Office completo, aprendi a mexer em estoque, arquivo, realizar trabalhos braçais etc.
Só que em certo momento percebi que precisava de um trabalho formal. Algo que estivesse registrado em minha carteira de trabalho. Aqui entra outra coisa que gosto muito: idiomas. Desde cedo sempre estudei outras línguas por conta própria. Sempre foi um hobbie meu. Me tornei fluente em inglês, consigo conversar em francês e japonês e tenho certo conhecimentos de espanhol e LIBRAS. Aproveitando essas minhas habilidades, consegui me tornar professor de inglês.
Mas a ideia de virar professor de inglês nunca me foi permanente. A falta de perspectiva de uma carreira nunca fez com que eu quisesse ser professor. Pesquisador sempre tive vontade. Por outro lado, vejo amigos meus com 30, 35 anos fazendo doutorado, pesquisas maravilhosas, mas precisando arrumar outros empregos para se manter e ganhar mais ou menos mil reais por mês. Não é uma vida que quero ter.
Estou com 23 anos no momento. Quando estava com 20, decidi que iria para outra área que sempre tive muito interesse: a parte comercial. Sempre fui bem com números. Não só enquanto trabalhava no escritório de contabilidade de meu pai, mas também participei e "ganhei" algumas Olímpiadas de Matemática enquanto estava na escola. A área administrativa também era interessante. Então pensei bastante e cheguei a conclusão que se conseguisse algo na área de Relações Internacionais ou Comércio Exterior, teria a carreira que sempre quis.
Isso se deu por volta do início de 2018. Achar estágio na área de História (em museus e coisas do tipo) nunca deu certo, tanto pela falta de vagas quanto pela carga horária diária do meu curso que nunca batia com o que eu achava. Consequentemente, fui procurar estágios e empregos em Relações Internacionais e Comércio Exterior. Assim se deu o meu ano de 2018. Obviamente, sem nenhum resultado.
Eu mandava todo mês meu currículo para inúmeras vagas. Nunca recebi uma única resposta. Tudo bem. Bola pra frente. 2019 chegou e eu me formei na metade do ano. Mais 6 meses sem nenhuma resposta. Nesta época, eu já enviava o currículo semanalmente. Queria alguma oportunidade em RI ou Comex. Eu achei que História era um curso similar o suficiente. Pelo jeito, as empresas não concordavam.
Depois de minha formatura, há quase um ano e meio procurando, decidi investir em concursos públicos. Talvez eu conseguisse uma área no setor comercial ou administrativo do Estado. Não seria um problema se eu pudesse migrar posteriormente. Prestei vários concursos que fiquei três ou quatro vagas abaixo da linha de corte. A frustração era grande, mas eu continuava.
Enquanto isso, precisava me sustentar. Portanto, permaneci dando aulas de inglês. Não posso negar, sou bom nisso. Não muito bom, mas o suficiente para receber elogios esporádicos tanto de alunos quanto colegas. Quem sabe se em algum momento eu me dedicasse à área pedagógica, pudesse crescer e construir uma carreira ali.
Porém, eu sabia que investir na área pedagógica me afastaria completamente de RI e Comex. Então nunca fiz isso ou fui para esse lado. Em certo momento de 2019, passei no edital do IBGE para o Censo 2020. Meu nome foi homologado no Diário Oficial da União. Eu estava dentro. Tinha conseguido algo diferente, além de dar aula. A frustração parecia ter acabado. Só precisava esperar março de 2020 para ser chamado. Minha namorada chorou de felicidade por mim. Eu também estava transbordando por dentro.
Aí aconteceu que... a pandemia. Todos sabem. A verba do Censo 2020 foi cortada completamente nesse ano e transferida para o segundo semestre de 2021, isso se não for postergada mais uma vez. Depois, descobri que o concurso que tinha passado era PSS e mesmo eu estando dentro, não significava que seria chamado. Nisso já era metade do primeiro semestre de 2020 e eu também não havia parado de mandar currículo para RI e Comex. Se eu conseguisse um emprego nessa área, não ficaria no IBGE (pois o cargo era temporário de apenas um ano).
Extremamente frustrado, depois de muitas e muitas (e muitas) crises de raiva, tristeza e angústia, decidi investir em alguma coisa que fosse mudar tudo. Comecei uma segunda graduação. Moro em Curitiba e diante das possibilidades de cursos que poderia fazer nessa área, optei pela que me pareceu melhor: Comércio Exterior.
Minhas aulas começaram em julho desse ano. Desde o mês sete, tenho uma única rotina: todo dia da semana eu acordo, vasculho a internet, sites especializados, grupos de WhatsApp e Telegram, em busca de empregos para a área comercial, administrativa, financeira ou até logística. Existem muitas coisas em cada um desses setores com as quais eu adoraria trabalhar. Todo dia, literalmente todo dia mesmo, eu me inscrevo em média de uma até três vagas - tipo, todo dia.
Desde julho, sou rejeitado em umas 30/40 vagas mensalmente. Entrar em uma segunda graduação de Comércio Exterior realmente ajudou: agora sou chamado para entrevistas e provas. No entanto, sempre que me perguntam se eu faço alguma coisa, se ainda trabalho, digo que tenho o trabalho temporário de instrutor de línguas. Algo que quero largar assim que conseguir outro trabalho na área que quero, ou seja, na área para a qual estou me inscrevendo.
Só que é sempre nessa parte, é sempre nesse momento que vejo claramente que sou colocado de lado. Ninguém quer contratar alguém que precisou trabalhar como professor. Algo pedagógico, muito diferente do mundo comercial. Sempre elogiam minha curiosidade por línguas, acham legal meu contato com setores administrativos e financeiros no passado, mas por terem sido trabalhos informais, ninguém se importa. Sim, estou frustrado.
Dia após dia recebo e-mails falando que não foi dessa vez. Isso quando os recebo. A maior parte das inscrições por e-mail não são respondidas. As que realizo por sites diversos, estão marcadas 90% como "Rejeitado por falta de experiência". Todos estágios. É sério. Tenho mais de 40 vagas de estágio rejeitadas por "falta de experiência". Repito novamente porque estou frustrado: estágios.
Eu não consigo um único estágio. Em nenhuma área. Todo dia sou recusado. Não importa se é RI. Setor de compras. Setor administrativo. Setor financeiro. Setor de logística. Só preciso desse primeiro emprego na área. Aposto que os demais vão vir muito mais facilmente (porque mais difícil não tem como existir).
E receber constantemente, apesar do esforço diário de mandar currículos, atualizar informações em sites (sim, tenho perfil em LinkedIn e mais outros diversos sites de emprego), apenas me lembra do meu fracasso. Não tenho perspectivas nenhuma de que vou conseguir. Nenhuma perspectiva que vou mostrar para alguém quão esforçado posso ser. Quão dedicado. Eu só preciso de uma chance para a primeira oportunidade.
Estou nessa há 3 anos. Acumulo quase 100 rejeições totais desde que comecei minha segunda graduação. Cada vez me empenho mais para tentar. Cada vez tenho menos vontade e fico pior. Menos motivado. Antes que alguém fale alguma coisa (se alguém aguentou ler esse textão de desabafo até aqui), estou sempre verificando meu currículo: como apresentar informações, tirando, colocando coisas. Já contratei profissionais de currículos que analisaram e mudaram algumas coisas. Já apresentei pra muitos profissionais colegas e da família que deram algumas sugestões e elogiaram outras coisas. É algo que estou sempre tentando melhorar, mais e mais.
Pra encerrar, existe um fator nisso tudo que aumenta ainda mais a frustração comigo mesmo, a frustração com todo esse cenário. Minha namorada trabalha na área de tecnologia. Em 2019, decidiu arranjar um estágio. Se inscreveu para três e conseguiu um deles. Agora em 2020 decidiu ir para outro, se inscreveu em uma única vaga e foi aprovada. Não tenho raiva nem dela. O que mais me afeta é a diferença da facilidade de conseguir emprego em uma área comparada à outra. Ela é minha namorada. Amo ela e estou feliz que ao menos um de nós está tendo conquistas dessa área. Mas não consigo deixar de ficar pior, o problema sou eu? Nunca vou conseguir uma vaga simplesmente por causa da minha primeira formação? Porque precisei dar aulas para me sustentar? O problema é algum outro?
Enfim, esse é o meu desabafo. Desculpem pelo tamanho do texto e obrigado se alguém chegou até aqui.
submitted by Creative_Oven_6350 to desabafos [link] [comments]


2020.10.11 04:49 BUDABICHO Estou ficando obcecado pela solidão

Tenho 30 anos e há 4 anos estou sistematicamente cultivando uma vida mais solitária. Comecei me afastando dos meus amigos, depois troquei namoro por sexo casual e lentamente me afastei dos meus pais, irmãos e parentes. Me mudei para um bairro onde não conheço ninguém, e tudo isso me faz muito bem. Estou me preparando para me mudar para outro estado nos próximos meses (se o mundo não acabar) , e só pretendo levar grana, uma mochila e meu gato. Meu passado foi bem diferente, mas a essa altura da minha vida sinto uma necessidade constante de estar só, abandonado e longe de outras pessoas. Pretendo fazer terapia por mais 3 meses para me preparar para mudar de estado, e espero não acumular nada, não ter conforto, não ter uma linda casa, nem uma namorada, nem amigos. Vivo com esse pensamento "fique completamente sozinho" há 4 anos, mas a cada dia que passa me torno mais radical, nos últimos dias tive um rompimento com minha avó e minha mãe, e apesar de agora eu só ter 1 única pessoa que considero 'família', nunca me senti tão livre, e me sentir livre é melhor que me sentir amado.
Só tenho medo de ficar doido, pois sei que a falta de contato social cause sérios problemas na cabeça. Isolamento? Lockdown? Covid? Deus me perdoe, mas espero que durem pra sempre. Antes da pandemia eu estava perdido, desesperado e me sentindo um fracassado. Faz meses que estamos presos e fazia anos que não me sentia tão bem. Espero que em breve eu consiga ir para o meio do nada ficar sozinho, não quero nenhum ser humano em 50km de distância. Isso pode parecer absurdo, mas não consigo ver outro futuro para mim que não seja uma vida cada vez mais só. Às vezes eu acho que vou morrer, e alguns problemas muitos sérios seriam resolvidos se eu tivesse ao menos um conhecido por perto. Tenho problemas muito sérios na minha rotina que seriam resolvidos se eu tivesse ao menos um conhecido por perto. Meu gato já ficou com fome porque eu não tinha 3 reais para completar uma passagem para ir buscar um saco de ração, coisas como essa me deixam puto, mas o que a solidão me trás de positivo é incomparável. Sabe aquele sentimento de excitação que a gente tem quando está passeando sozinho por uma cidade desconhecida? Uma espécie de 'safadeza', de malandragem, um sentimento de 'agora eu posso ser a pessoa bacana que eu sempre quis ser"? Tenho esse sentimento todos os dias, e ele vem da total falta de expectativas sobre mim. Ninguém espera nada de mim e por isso não preciso repetir todos os dias a mesma postura. Esse sentimento de frescor dura 4 anos e espero que dure para sempre.
Espero que minha reclusão não me mate antes de arrumar uma namorada. Para matar a minha 'fome' geralmente recorro ao sexo casual(gay), homens gays são muito práticos. Mas tenho um desejo enorme de ter uma relação mais profunda com uma mulher, pois quando tive essa oportunidade eu joguei fora, e agora há pouca ou nenhuma possibilidade de me aproximar de uma mulher. Ainda não conheci esse sentimento gostoso de ter uma mulher do meu lado (homens já tive vários), e com 30 anos sou um homem inexperiente com mulheres. Já tive a chance de amar um homem, e sou grato por isso.
Sinto que em breve vou alcançar a paz que busco, ela parece estar bem ali, virando a esquina. Se algum dia você estiver de férias no meio do mato e aparecer um doidão faminto correndo pelado e falando sozinho, provavelmente serei eu. Sou bonzinho e não machuco ninguém, por favor me cumprimente. Não sofram por estarem sós, sofram por estarem rodeados de pessoas.
submitted by BUDABICHO to desabafos [link] [comments]


2020.10.05 05:11 satanistboy Minha mãe parece q as vezes ta pouco se fodendo pra mim e desliga a empatia cmg

A alguns dias atrás minha mãe falou que tinha q ter uma conversa muito importante comigo e eu tinha a total Crtz de q ela iria massacrar oq sobrou do meu psicológico, mas eu imaginava q não podia fazer absolutamente nada pra reduzir ou impedir o estrago que ela iria causar, e infelizmente eu tava certo, ela teve essa conversa cmg hoje e eu tô surtando e tendo crise de ansiedade e depressiva e suicida de uma vez só, ela falou que fazia 1 ano e meio basicamente que eu não tava fazendo nada de útil em casa, ela falou que eu mal mal arrumava a louça, pq toda vez ficava uma merda pq ela disse q ta cansada pra krl e eu só dou trabalho pra ela, n corro atrás de emprego e krl a 4. ela falou tambem q eu me recuso a amadurecer tanto q meu ultimo relacionamento foi com alguem bem mais novo, por isso ele também disse q meus relacionamentos n duram, pq eu n tô fazendo nada da vida e não tô com planos pra lá, ela falou q ninguem vai querer relacionamento com alguem q n tem trampo nem nada ai ela falou q ela n vai me sustentar pra sempre, ela falou q eu to deprimido mas pra namorar N e q pra trampo eu n arrumo foi um inferno tive crise quero me cortar e me enforcar foi bem osso e triste mas nunca mais falo nada pra minha mae
Eu acho muito decepcionante que eu odeio o fato de jogar coisas na cara e ela fez isso comigo sem dó nem piedade, ela partiu do princípio que eu tô bem, eu sinceramente tava estável enquanto tava namorando, tava empolgado pra arrumar emprego, porém meu relacionamento não deu certo, estou " de luto" por causa disso e nesse momento q tava com um relacionamento tóxico e exaustivo ela fala essa krlhada de coisas pesadas e sem a mínima empatia, já tava sendo difícil lidar com o término q eu tô passando aí pra piorar ela vem e fala esse monte de merda, aí estamos vivendo uma pandemia e não posso ir na casa de ninguém chorar e desabafar, perdi a pessoa que eu mais fazia isso que era minha namorada.
Tô me sentindo sozinho pra Krl e um completo inútil, e eu tava me sentindo assim antes de ela falar isso, parece q ela não entende q o fato do remédio ter estabilizado não significa q eu tô bem, e posso ter uma recaída fodida. Eu parei a terapia a um tempo atrás pq não tava sentindo q tava adiantando alguma coisa, aí ela disse que eu abandono a terapia toda vez que " começa a pegar"..... Velho, EU ABDIQUEI MINHA TERAPIA PRA ELA FAZER MAIS e ela vem me falar q eu saio quando a terapia começa a pegar, eu literalmente coloco ela na frente como prioridade e ela fala uma merda dessa
Resultado da discussão : ela me levou ao meu estado totalmente inconsequente suicida e depressivo q fazia tanto tempo q eu não sentia.....
Eu vou ter q me cortar pra aliviar um pouco minha dor ou talvez botar na cabeça dela q eu não tô bem e não tô mais em condições de arrumar emprego
submitted by satanistboy to desabafos [link] [comments]


2020.09.22 16:00 Triiggerr Tente não ser social awkward

Antes de mais nada desculpa pelo termo em inglês. Eu não sei se existe um nome pra isso em português.
Minha história começa ha 3 anos. No final de 2017 meu cachorro morreu e eu era muito apegado a ele e eu fiquei sem rumo e sem motivo pra continuar vivo. Eu só continuei indo pela minha mãe e pelo meu pai senão eu tinha me matado.
Alguns meses desse estado mental de desistência eu já tinha perdido basicamente toda minha habilidade de socializar e interagia basicamente com 3 amigas na minha sala e não conseguia ter um diálogo com mais ninguém direito.
Até que em abril de 2018 eu conheci uma menina e eu conseguia conversar com ela de verdade e eu me apaixonei por ela e a gente começou a namorar. Eu fiz tudo que eu podia e tudo que eu não podia por ela. Gastei Todo o dinheiro que eu tinha, peguei dinheiro emprestado, paguei no crédito sem saber como q eu ia arrumar dinheiro pra pagar o boleto no final do mês, Briguei com meus pais, parei de conversar com uma menina q ela não gostava, fiz coisas que eu não gostava/não queria. Isso tudo ao longo de 2 anos e meio de relacionamento.
Por mim tava tranquilo por que eu amava ela e as outras coisas não eram tão importantes mesmo. Porém além disso tudo eu também parei de interagir muito com meus amigos quando eu não estava na escola por que eu ficava sempre com ela fazia tudo com ela e etc.
A consequência disso foi que atualmente, depois de formado no ensino médio, eu interagia basicamente só com a minha namorada, conversando muito raramente com meus amigos que são um total de 4 pessoas sendo que a pessoa que converso mais fequente eu falo tipo uma vez a cada 15 dias ou algo assim.
Pulando pra sábado passado minha namorada falou comigo que ela me amava apenas em X circunstâncias, que ela não me apoiaria a fazer tudo que eu achasse correto e que eu só era a prioridade dela a não ser que ... (qualquer coisa que ela decidir). Ela já tinha apresentado esse comportamento antes de priorizar outras pessoas e outras coisa a cima de mim mas eu não ligava por que eu amava ela. Isso que ela falou já me fudeu com todas as forças mas eu não fiz nada só fiquei triste e com raiva.
No domingo ela terminou comigo. Falou que não tava dando certo pra ela a um tempo ja e que achava que era a melhor coisa a se fazer.
Agora vem a explicação do titulo. Tente não ser social awkward. Como eu só conversava com ela e não interagia com mais ninguém direito eu estou completamente desorientado. Meus pais e minha irmã tão me dando uma força daora e eu consegui conversar a respeito com uma amiga minha mas eu simplesmente tô abandonado sozinho no mundo. Por que eu vejo as coisas penso as coisas e quero contar pra alguém mas não tem ninguém pra contar por que eu só conseguia conversar mesmo com ela. Ontem eu tive uma crise de ansiedade que durou tipo a tarde inteira por que eu tava completamente perdido no mundo e na minha vida.
Além disso tudo eu não posso fazer nada que eu gosto o que piora tudo infinitamente. Eu sou músico violonista e pianista e sou programador. Porém no último mês eu tenho tido um problema na mão que acredito ser tendinite que toda vez que eu vou tocar ou mexer no computador minha mão começa com uma dor insuportável (Mas já marquei um fisioterapeuta e vou consultar essa semana ainda). Então nesse momento eu tô sem ninguém pra interagir direito e sem poder tocar ou mexer no computador o que piorou tudo.
O que ta me "segurando no lugar" são meus pais, minha irmã, meu cachorro(que veio pra minha casa ano passado) e a amiga que eu consegui conversar. Mesmo assim eu tô tendo crise de ansiedade e começando a chorar do nada e ficando olhando pra parede pensando que que aconteceu e pensando como que o universo gosta de me fuder por que no último ano tudo deu errado pra mim menos o meu namoro e agora o namoro deu errado também.
A moral da história é não pare de interagir com seus amigos em nenhuma situação. Não baseie toda sua sanidade e paz de espírito em uma pessoa por que a gente nunca sabe o que vai acontecer. Eu queria e acreditei que eu ia casar com ela e a gente ia ter filhos e uma família e ficar juntos pra sempre mas o universo tinha outros planos pra gente.
Tente ao máximo não ser social awkward por que isso doi muito e eu espero que mais ninguém tenha que passar pelo que eu passei ontem.
Desculpa pelo texto gigante eu não consegui falar sobre isso com mais ninguém direito e aqui me pareceu um lugar apropriado.
submitted by Triiggerr to desabafos [link] [comments]


2020.09.11 22:46 Enscie Putz to cansando de mais...

Queria um emprego, atualmente estou sofrendo com uma tristeza e desmotivação, tudo que ouso ou penso me causa falta de ar e um mal estar, começo a suar e tal... Preciso de um trabalho, pois acredito que assim vou ter dinheiro... E queria me mudar, existe muitos problemas de família na casa que eu moro com meus pais... Meu pai fala que estamos sendo seguidos... Que tem gente querendo nos matar e tal... Sempre cresci ouvindo dessa perseguição que os vizinhos fazem e sempre estão armando para nos e que não podemos confiar nele, que alguém quer invadir aqui e tal, e atualmente que alguém pode estar me seguindo... Sinceramente não aguento mais isso não... Queria paz, só ir em bora, tenho 24 anos e por crescer ouvindo essas coisas, vivi uma vida passiva, com medo e sem enfrentamento... Quero mudança já, mas tenho medo de sofrer ataques ate de forças... Mexo com TI mas nunca fui um otimo profissional, pois em casa eu sinto um total desanimo para estudar e quando eu tinha minha namorada eu vivia na casa dela sabe! Ela tinha paz mental...
Se tivesse um jeito de sair de casa e pagar facul e aluguel faria... Mas minha cabeça vem só prostituição ou arrumar uma mulher pra gravar pra internet...
Começo a parar de sair de casa, ir em padaria, mercado sabe... pagar conta só no ultimo dia do boleto, não quero nem ir no postinho pedir ajuda medica...
As vezes eu to super bem e ajudo uma galera aqui, mas bate a aflição e tal ai me desespero e quero paz.... enfim HELP!
submitted by Enscie to desabafos [link] [comments]


2020.08.14 04:29 saturationleo Vida sem nenhum sentido

Eu tenho 22 anos, fiquei desempregado no começo desse ano, e minha ex terminou comigo a uma semana. É basicamente isso, me sinto um fardo enorme para os meus pais desde que fiquei desempregado e sentia que não tinha pq minha namorada linda, talentosa, engraçada e gentil estar comigo e pra confirmar isso ela terminou comigo.
Ela disse que a gente não fazia mais bem um pro outro e que sentia que a gente só tava junto pra não ficar sozinho, o que não faz sentindo pra mim, então só me faz pensar que ela não me amava mais.
Eu tenho tentado o meu melhor pra ficar bem, tô fazendo exercício, tentado me alimentar bem, ver coisas engraçadas mas eu só sinto uma dor enorme o tempo todo.
Minha motivação pra continuar tem sido pensar que vou arrumar um emprego, fazer terapia e voltar pra ela, o que me parece surreal já que quando terminou comigo parecia que ela só queria me afastar de uma vez e tudo que planejei da errado.
Eu sinceramente não sei mais o que fazer, eu quero muito me matar pra acabar com essa dor, não aguento mais sentir isso que já era ruim antes mesmo do fim do relacionamento, e agora parece que piorou mil vezes mas não acho que tenho coragem
Ps esqueci de falar que não tenho amigos pra desabafar também, e mal consigo me abrir com meus pais por vergonha, só tenho aguentado sozinho
submitted by saturationleo to desabafos [link] [comments]


2020.08.12 05:25 player_br1 Um ano frustrante

Primeiro vou esclarecer umas coisas Eu to com sono então provavelmente só vou responder amanhã e erros d português é culpa do sono.
Vcs já devem ter lido vários posts assim, mais eu ja to a uns meses querendo falar disso. Esse ano tinha tudo para ser o melhor ou um dos melhores da minha vida, por ter entrado no ensino médio eu mudei de escola, e eu n podia pedir por uma sala melhor, tipo, eu realmente odiava a minha antiga sala, era um nível q tinha dias q eu n ia porque era perda de tempo, os professores n conseguiam dar aula, porém eu troquei d escola e o povo dessa escola é tudo q eu sempre quis, e p melhorar em uma sala d uns 25 alunos só 4 eram homem, então eu estava muito confiante que ia arrumar uma namorada, finalmente eu teria o meu primeiro namoro, só que tipo eu sou tímido p caramba, então nos 2 meses q eu tive de aula eu n fiz amizades "d vdd", as pessoas eram só colegas q eu talvez ja pudesse chamar de amigo. Então a quarentena começou Eu imaginei que ela iria durar pouco, então eu n me esforcei p continuar falando com os meus novos amigos (eu gosto d chamar eles assim), e quando as aulas online começaram, eu basicamente dormia a aula toda, então resumindo mt, eu n fiz amizades direito durante o primeiro semestre, algo que me fez mt mal, eu posso ter alguns amigos da antiga escola q eu realmente gosto, porém eles estão cansados, eles tiveram férias quando a quarentena começou, basicamente só isso aconteceu ate julho JULHO Eu dei sorte, tive férias o mês todo, durante esse mês ocorreram muitas coisas, primeiro, eu comecei a passar grandes períodos de tempo sem falar com nenhum amigo meu, como eu disse eles estão exaustos e tudo ta virandi briga, eu me apaixonei por uma menina da minha sala (pretendo falar com ela amanhã, nem sei como nem oq), me apaixonar eu nem sei como isso começou, ela é uma das pessoas q eu chamo d amigo da escola nova, durante as aulas antes da quarentena eu só a via como uma pessoa legal, principalmente pq eu achava ela feia, eu n sei oq mudou em mim, mais agr eu quero namorar com ela. Continuando julho, eu fiz aniversário, 16 anos, como eu n falo a data dele p meus amigos eu só recebi parabéns dos meus amigos mais antigos e da minha família, um tempo depois o amigo mais próximo do meu pai morreu atropelado, sendo bem sincero, isso não me afetou muito, porém eu nunca tinha visto o meu pai daquele jeito, até hoje eu to preocupado com ele, pq no final das contas o cara que morreu era um amigo da época da faculdade, mais p final do mês eu voltei a falar todo dia com os meus amigos da antiga escola, e para terminar o mês descobriram que a minha tia tem câncer de mama. Agosto O mês começou agr mais isso n importa As aulas online voltaram, eu to tendo prova todo dia e tendo a acordar cedo, com a volta as aulas eu interajo um pouco mais com a minha sala, mais n muito, eu fico com medo de falafazer bosta e afastar todos, e também a pessoa q eu me apaixonei deixa a câmera ligada durante a aula então o sentimento so fica maior. Esqueci de falar, porém antes de julho eu comecei a montar modelos d aviões e essas coisas, eu terminei um avião (IL2) e agr to montando um tanque (tiger 1), provavelmente essa foi uma das únicas coisas boas q sairam da quarentena, é bom fazer algo q n seja estudar, jogar videogame e assistir anime.
Bem se vc leu tudo parabéns vc tem mt paciência, mas obrigado por ler, eu to a uns 2 meses pensando em escrever isso e só hj tive vontade.
submitted by player_br1 to desabafos [link] [comments]


2020.07.28 05:48 leepz2019 Um "amor" que eu não entendi

Olá me chamo L. (H.28) e venho buscar opiniões pra poder entender oque está acontecendo. Há 4 anos atrás conheci uma moça denominada D. Moça bonita e jovem 15 anos, só queria curtir e zoar a vida, quando eu a conheci foi em casa, naquela época consumimos maconha e vivíamos chapados, ninguém queria nada com nada, eu recém terminado e ela também. Nos envolvemos e aconteceu, a gente ficou e deixamos claro que não queríamos nós apegar tanto, porém não foi isso que aconteceu. Porém eu vinha passando por problemas devido ao meu término recente e vi que estava ali só por estar mesmo. Comecei a pensar e fui me afundando numa depressão profunda e amarga, porém não quis demonstrar isso, eu gostava muito dela e sabia que na idade dela não tinha porque envolver-la em algo desse tipo, afinal queríamos curtir. Passando um tempo minha mãe sabendo da minha situação me chamou pra ir morar com ela no nordeste, sem chão e sem nada resolvi ir sem hesitar. Expliquei para a D. que teria que ir embora pois não tinha mesmo condições de me manter nas condições emocionais que eu estava. Ela entendeu e compreendeu, sempre fomos muito sinceros um com o outro. Fui embora de coração partido por deixar a cidade e pessoas muito importantes pra mim pra trás. Chegando lá não consegui me adaptar e cai em depressão profunda, o único motivo pra eu sair da cama era comer e fumar cannabis. Passado um tempo comecei a me sentir mais disposto, saia pra passear beira mar, dar uns pegas bem assim dizer, uma euforia total. Cheguei a mandar mensagem pra D. Já que tinha me afastado por conta da depressão, porém ela tinha voltado com o ex, segui em frente afinal oque mais me importava era se ela estava feliz ou não. Passado uns 2 meses entrei em uma crise psicótica devido ao uso de cannabis. Passei por avaliação psicológica e fui encaminhado pra uma clínica. Foram os piores dias da minha vida, porém aprendi muita coisa ali. Eu já não queria mais morar lá no nordeste então saindo da internação resolvi fazer uso de drogas denovo sabendo que assim minha mãe me mandaria de volta pra minha cidade aqui no sudeste. Voltei e continuei a usar contrariando todo o tratamento da doença (esquizofrenia) uma simples tendência nada que me tornasse incapacitado de lidar com a sociedade. Certas vezes cheguei a sair e esbarrar com ela pelas ruas, cruzamos olhares mais ela ainda estava com ele e eu pensava que ela estava feliz e não queria estragar isso. Passado um tempo me atacou outra crise e resumindo segui pra uma internação mais severa agora aqui no sudeste e parei com o uso de drogas pra não atacar crise de novo. Fiquei um ano focado em trabalhar e cuidar de mim se manter relação amorosa com ninguém, isso foi ano passado. Um amigo em comum que namora uma amiga dela me disse que esses dias elas estavam conversando sobre mim, que ela aparentemente estava tendo um mal relacionamento com o namorado dela e disse que ela nunca me esqueceu e que gostava de mim depois de todo aquele tempo. O amigo me disse pra mandar mensagem pra ela, passado alguns dias eu criei coragem e mandei um oi pra ela no wpp. Sem resposta eu pensei, ela deve estar se acertando com ele, melhor eu deixar quieto. Passado mais alguns dias respondi um storie do instagram, não passou muito ela me respondeu com um emoji, logo voltamos a nos falar cada vez mais e mais. Perguntei se ela tinha terminado e ela disse que sim, antes de agente voltar a se falar ainda. Numa sexta feira tomando uma cerveja ela me disse que ia dar com o irmão, eu sem muito o que fazer chamei ela pra tomar uma em casa onde nos conhecemos, e ela aceitou e veio pra minha casa, já com a intenção de ficarmos, pois havíamos conversado por mensagem. O reencontro foi algo muito especial pra mim, algo que eu não consigo explicar. Ela passava quase a semana em casa, e quando ia pra casa dela trocava-mos mensagem do amanhecer ao anoitecer, eu achava me sentia muito pressionado mas sentia que ela precisava disso pois ela havia mencionado que também tinha parado de usar drogas que ocasionaram em crises de Pânico ou ansiedade não sabemos ao certo pois ela não quis ir ao médico saber sobre. Ela vinha tendo crises com certa frequência e eu sempre ajudei como pude, quando estava longe eu tentava distrair-la, quando perto abraçava, conversava, contava algo engraçado até passar tudo. Com um mês pedi ela em namoro durante uma festa que fazíamos em casa, ela aceitou, ficou emocionada ao meu ver, pois havia relatado que ninguém nunca tinha feito aquilo com ela, pusemos as alianças e comemoramos aquele dia. Ela passava muito tempo em casa e eu e meu irmão estávamos desempregados no momento, logo conversamos que ela vinha um dia da semana pra casa e nos fins de semana pra não pesar pra ninguém como havia combinado com meu irmão, conversei com ela e foi sem problema mas sempre ela inventava algo como está tarde ou vai chover ou que se sentia bem em casa comigo, pois o pessoal de casa sempre gostou dela e tratou ela super bem, entao eu ficava sem jeito de pedir pra ela ir pra casa dela. Mas sempre expliquei pra ela que quando eu pudesse eu traria ela pra morar comigo aqui, ela sempre ajudou como podia, não tinha dinheiro pois não trabalhava e eu ainda estava sem serviço pois nosso negócio estava parado por conta da troca de estação. Passando algum tempo realizamos a venda de um imóvel rural, recebi um bom valor da minha parte e sempre combinamos que quando o negócio voltasse a rodar iríamos trabalhar pra fazer esse dinheiro render então decidi pegar o resto das coisas dela , até isso acontecer aproveitamos muito, bebemos muito e curtimos muito, sempre comprei coisas pra comer sem necessidade, porém comprei muita coisa necessária também como roupas pra nós dois, comprei maquiagem pra ela, escova progressiva pro cabelo, trocamos de celular, comemoramos aniversário fomos em festas antes dessa pandemia é claro, aos pouco vi ela ficar cada vez mais linda de que quando a conheci. No caminho dessa curtição sempre reparei nas atitudes dela comigo, principalmente quando bebia ela me desagradava com certas atitudes, eu ficava extremamente magoado com aquilo e sempre me abri com ela e expliquei que aquilo me magoava muito. Coisas como, você tá parecendo meu ex, amigos que dava em cima dela eram melhores que eu, ou em certa conversa expliquei pra ela que ela me devia respeito, pois sempre respeitei ela e fiz o que ela queria, ela nunca teve quem fizesse essas coisas por ela, então eu fiz tudo na melhor intenção e felicidade por fazer ela feliz, ela me disse que não tinha por que me respeitar. Nós não éramos mais namorado, ela já estava morando comigo há mais de 4 meses, éramos praticamente marido e mulher, claro que tinha que ter respeito um pelo outro poxa. Sempre tivemos biometria do celular um do outro como sinal de confiança mas nunca olhei seu celular, uma vez ou outra só quando queria saber oque tanto fazia ali, e ela fazia também quando eu dormia eu acho, pois não via ela mexendo, até aí normal, apesar dos apesares sempre nos demos muito bem e eu achava que éramos felizes. Mas de nesses últimos 2 meses, reparei que ela já não se divertia muito diretamente comigo, só quando não tinha mais ninguém mesmo, se tivesse algum parente dela ou meu bebendo com a gente ela era totalmente radiante e feliz. Se eu for parar pra contar tudo que eu reparei com certeza vai ficar muito maior esse texto.. Continuando, mais precisamente a umas 3 semanas fomos a um aniversário do cunhado dela que eu sempre vou considerar como se fosse da minha família, inclusive sou muito grato a ela por ter conhecido ele e também a minha cunhada que é namorada dele e irmã da D. Enfim fomos a festa e chegando lá estava a família do aniversariante a mãe e os irmãos que eu conhecia aliás, tem um deles especificamente denominado J. Que ela sempre me falou mal, dizia que quando ele estava com a namorada ele era c..são e dava ânsia cada vez que ouvia o nome dele, porem recentemente a parceira dele largou dele e foi embora do estado. Até aí tudo bem, ele foi super simpático comigo, porém notei ela muito simpática com ele. Naquela noite fiquei assando carne na garagem em baixo onde se encontrava a maioria do pessoal, e ela distante de mim, direto lá em cima conversando com os irmãos do cunhado e nada de me dar atenção, percebi mas nem falei nada pra não ficar um clima chato na festa e nem começar uma briga com ela. Festa acabando chamei ela pra ir embora que a irmã dela ia levar a gente, ela estava jogando futebol no game com os irmãos do cunhado dela, e não me deu ouvidos direito, disse que estava vendo alguém jogar, eu falei vamo que o carro tá ligado já, ela disse que já ia, desci e falei pra irmã dela chamar que ela não queria vir, a irmã subiu, logo ela desceu, ao sair do portão torceu o pé, estava bem embriagada, todos estávamos, durante o caminho veio dormindo e chegou em casa subiu as escada deitou na nossa cama e logo adormeceu. No domingo ela acordou com o pé super inchado me chamou e eu perguntei se ela queria ir ao hospital ela disse que não, depois disso no meio do dia meu sogro liga pra ela perguntando se não queria ir na casa dele, disse que era melhor não ir por casa do pé, ela não gostou então fomos mesmo assim, bebemos rimos muito aquele dia, tudo normal, chegando em casa cuidei dela devido a pé e ficamos de boa, estava tudo normal aparentemente, na segunda ela ficou o dia inteiro no quarto devido ao pé inchado, na terça disse que iria na irmã dela e que a mãe ia lá e queria passar o dia lá, normal pra mim, antes de sair meu irmão havia pedido pra ela separar algumas peças que foram vendidas, ela disse que faria assim que chegasse. Na sexta feira antes disso meu avô havia sofrido uma queda e bateu a cabeça forte, no sábado do aniversário ele havia passado mal da pressão e ido ao hospital, desde então eu já estava aflito com essa situação e ela nem pra perceber, foi mesmo assim pra casa da irmã, no meio do dia me manda uma mensagem dizendo que o pé inchou, perguntei pra onde tinha andado ela disse que tinha ido ao mercado de apé, já fiquei meio irritado, pois há algum tempo ela já não ajudava nas tarefas de casa direito, coisa que sempre fiz independente de estar trabalhando ou não, paras as obrigações fazia corpo mole, pra se divertir era a primeira a agitar, blz. Me mandou uma foto do pé inchado, logo em seguida falei "quero ver essa disposição aqui em casa" e mandei uma palminha sobre a foto. Meu avô havia ido ao médico e eu estava extremamente preocupado. Não conversamos o resto do dia, mais ao anoitecer ela chega em casa me dizendo que tinha que voltar lá na irmã pra cortar a franja, só olhei e não respondi, por tamanha indignação com as preocupações minhas comparadas com as dela, que já não se importava muito com o que eu sentia e afins. Depois daquele dia ela se fechou e não saia do quarto nem pra comer, e direto eu vinha ver como ela estava, quando ela não estava vendo algo no celular estava jogando com o J. quem ela sempre falou mal, e estava rindo com o cara, toda hora conversando, e comigo nada de conversa, ia dormir tarde conversando no wpp e jogando, rindo com os outros e eu nada, fui ficando extremamente magoado e nervoso com isso tudo, cheguei a ter batedeira e tremedeira de nervoso, sensação de desmaio, fraqueza, decidi então ocupar a cabeça com serviço, enquanto ela ficava no quarto isolada falando só com quem ela queria eu me distraia com outras coisas. Na sexta feira resolvi puxar assunto com ela no wpp, já que ela não saia de lá, logo ela me respondeu e conversamos, disse a ela que não dava pra continuar desse jeito e ela concordou, eu também disse que desconfiava que havia algo errado ( mais uma coisa de intuição ou pressentimento não sei explicar) , ela me disse que eu tava viajando já, um pouco também é pelo fato de ela colocar o celular debaixo do travesseiro antes de dormir, coisa que nunca aconteceu e eu achei estranho mas nem falei sobre isso, durante a conversa me disse que tinha uma bagunça dentro dela que a vida dela era um caos e não queria me envolver nisso tudo, que cansou de fingir que tava bem e precisava pensar na vida, que tinha que ficar um tempo sozinha pra ver oque ela tava fazendo da vida dela????? Como assim? Depois de tudo que passamos que "conquistamos" , tudo que curtiu , dizia que me amava e eu também dizia, aliás ainda amo, cadê aquele amor todo que tinha me dito que tinha? Que nunca me esqueceu? Que eu era a melhor coisa que tinha acontecido na vida dela? Que eu era o homem que ela pediu pra Deus? Que eu ninguém tratou ela como eu tratei? Passou mais um dia, enfim logo ela mudou de assunto e desceu ajudar minha cunhada com umas coisas de casa, foi até mim, disse que me amava, me deu um beijo, e disse que havia melhorado um pouco, mais a tarde eu ainda trabalhando perguntei a ela, e aí tá de boa? Ela me respondeu.. Sinceramente não tô não.. Disse a ela que a hora que eu subisse conversaria Ela perguntou se podia chorar, pois estava com uma vontade gritante fazia tempo Disse que sim, que as vezes tudo que precisa é desabafar e fazer isso mesmo Eu subi, cheguei no quarto e liguei a TV e coloquei algo pra tocar num volume mais ou menos, abracei ela bem forte deitado na cama, e senti ela chorando bem baixinho pra não perceber, ali eu me senti muito mal mas muito mesmo, porém a gente havia conversado e ela me disse que não foi nada que eu tivesse feito ou falado pra ela, do contrário, era coisa dela e ela não queria me envolver, enfim ela terminou de chorar veio até mim e nos beijamos intensamente, sentou no meu colo e continuou me beijando, cheguei a pensar que transariamos. Ela saiu de cima e estávamos conversando sobre nada específico que envolvesse nossos sentimentos, ela me perguntou se eu tinha entrado no jogo que sempre jogamos juntos pra coletar recompensas eu disse que não e pedi pra ela pegar meu celular pra eu poder fazer isso, entrei lá e logo o J. estava online e me chamou pra jogar, joguei com ele na boa pq já tinha combinado, e perguntei a ela se ela queria jogar, sem hesitar ela entrou com a gente, jogamos até altas horas e foi bem divertido. No dia seguinte estávamos conversando normal e tudo até que um amigo em comum avisou que teria um churrasco de aniversário na casa dele a noite e teria chamado também a irmã dela e o cunhado, logo encaminhei pra ela e ela disse que tinha combinado almoço na casa da mãe do cunhado dela onde reside o J., falei mais eu nem sabia que se tinha combinado isso, e outra dava pra ficar pra outro dia, já percebi que ela não gostou e parou de falar comigo, subi no quarto pra trazer comida pra ela pois ela não havia saído do quarto, cheguei ainda amoroso e disse comprei algo pra você comer, ela disse que não tava com fome e não olhou na minha cara, pensei poxa denovo isso..algum tempo depois entrei no quarto ela rindo e jogando denovo com o mesmo cara, enquanto eu resolvia as coisas pro aniversário e trabalhava. Pouco antes de me arrumar entrei no quarto a mesma situação, não me senti mal exatamente por ela estar jogando e rindo com ele, fiquei meio chateado por que ela me ignorava. Enfim varou a tarde jogando e tive que pedir pra ela se arrumar se não nós atrasariamos, fez cara e se arrumou, e seguiu seca e meio calada igual a semana inteira, fomos para a festa.. Chegando lá se divertiu e tirou foto com todo mundo menos comigo..depois de um tempo ela me disse que estava passando mal e queria ir embora, trouxe ela em casa que é perto e pedi pra ela comer algo quando chegasse pra não acordar passando mal com dor de cabeça Ali eu tomei a decisão de fazer como se fosse um dia em que eu pudesse extravasar, Bebi como se não houvesse o amanhã, fui até 10 horas da manhã bebendo.. chorei muito desabafei muito com a minha cunhada que sempre foi parceira e amiga em tudo, inclusive da D. Subi e descansei, não vi ela acordar e quando acordei ela estava no banheiro, desci e continuei bebendo e pensando em tudo. Fiquei o dia sem inteiro sem entrar no quarto..quando entro me deparo com ela mais uma vez jogando e rindo com o cara, depois disso comecei a tremer e sentir batedeira denovo. Conversei com alguém e fui tomar um banho pra acalmar. Funcionou, entrei no quarto e acho quel ela percebeu que eu saí nervoso logo ela saiu do jogo. Na segunda feira ela ia repetir o mesmo esquema da semana passada e ia me ignorar..passei o dia inteiro pensado sobre o que fazer e como fazer e decidi subir pra conversar. Cheguei no quarto ela estava com a toalha ao lado..perguntei se ela iria se banhar ela seca me disse "vou"... Disse que a hora que ela voltasse precisaríamos conversar.. Ela voltou do banho e sentou na cama e disse.. Vai solta a letra.. Já rebati..é assim mesmo que você fala? Tem certeza que quer começar uma conversa assim? Ela disse não,, foi mal diz aí oque se quer Perguntei eai? As coisas vai ficar assim mesmo? Se não quer falar comigo, só ri e conversa normal com os outros? Ela disse eu não tô falando com ninguém 🙄 Já parei a conversa e falei ... Ó assim não dá nao...faz um favor e só arruma outro lugar pra você ficar e pode ir embora.. Sem hesitar ela disse hoje mesmo eu faço isso! Me doeu muito ter que dizer aquilo.. Mas para ela foi como se já tivesse esperando.. Então me dirigi a porta e disse, me faz um último favor? Ela disse hum? Falei.. Isso que você fez comigo, não faz com o próximo não.. é feio e é muito errado... Ela balançou a cabeça e disse... Tá bom Desci e fiquei inquieto lá em baixo, minha vontade era subir e falar tudo que estava e estou sentindo agora.. Ela me pediu pra ajudar a encontrar as chaves da sua casa, subi e quando abri a porta ela estava sentada chorando muito...aquilo me partiu o coração, mesmo assim encontrei as chaves e entreguei a ela.. Sentei ao lado dela quieto e esperei pela carona dela.. Pouco antes de ir me pediu um abraço. Nós abraçamos e nos beijamos uma última vez e enfim ela foi embora.. No dia seguinte atualizou seu status pra solteira nas redes sociais e posta indiretas como coisas do tipo a dar entender que já está em outra e isso tem me magoado profundamente.. Eu tenho tanto ainda pra falar..mas estou digitando faz horas.. Fica aqui um desabafo +
submitted by leepz2019 to desabafos [link] [comments]


2020.07.27 04:02 Enigma_Machine1 Odeio gatos

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que, por mais que eu odeie/não me sinta confortável perto de gatos, eu jamais prejudicaria eles fisicamente, mesmo tendo muito vontade (erroneamente, claro - talvez vocês "entendam com o meu relato). Não é disso que o desabafo se trata.
Esse é um relato meio longo.
Eu nunca convivi com gatos. Sempre cresci com cachorros em casa, tive um que me acompanhou desde a época da escola até terminar a faculdade. Amei muito ele, hoje tenho outro, um resgatado, que amo muito. Sempre amei cães, passei mais anos da minha vida com cães do que sem.
Por ter rinite alérgia, eu nunca cogitei ter um gato. E, antes de conviver com eles, eu não sabia dessa minha apatia gigante por eles. Esteticamente, até acho alguns fofos etc, mas também nada demais, longe dessa "loucura" que algumas pessoas sentem por eles.
Passei a ter um convívio maior com gatos através de uma das minhas primeiras namoradas. Ela tinha 3 gatos. Eu era bem novo, ela morava em uma kitnet, então 3 gatos já era bastante coisa. No geral eles até que eram comportados, mas lembro que acabaram estragando algumas coisas minhas (mochilas principalmente) e isso me irritava muito. Sem contar a rinite, que me deixava ainda mais irritado, mas na época eu pensava que era por estar um cômodo de uns 25m2 no máximo, sem ventilação adequada.
Eu namorei pouco menos de 3 anos com ela e foi durante esse período que a minha irritação com gatos aumentou. Uma das gatas SEMPRE dava o jeito de fugir do apartamento dela pro corredor e pro jardim que tinha no prédio. Minha ex me ligava e eu tinha que ir correndo ajudar ela a pegar a gata que, eu não entendo, morria de medo quando saía da casa (pra quê sair então, né, porra?), então era foda pegar ela, se enfiava em cada canto filha da puta de alcançar.
Os outros gatos eram um pouco mais de boa, mas a quantidade de pelos que deixavam pelo apartamento dela era um absurdo. Nem passando aspirador 2x por dia parecia que fazia alguma diferença. Minha ex não ligava, mas me incomodava ver eles estragando todos os móveis que ela tinha. Era o box da cama todo arrebentado (mesmo eles tendo arranhador), não podia ter uma única peça de decoração sobre uma mesa ou estante pois sempre derrubavam e quebravam, tinha que deixar a tampa da privada sempre abaixada pois eles davam um jeito de subir nela e não conseguir sair (burros). Até na cozinha, eu queria preparar algo pra comer e tinha pelo em tudo, mesmo se a gente limpasse.
Eu não diria que minha ex dava liberdade total para os gatos, na verdade ela sempre foi pé no chão com isso, várias vezes se irritava com a encheção de saco deles também (pra dormir principalmente - como era uma kitnet, não dava pra deixar em um cômodo separado, então era 3 da manhã e vinham encher o saco pedindo ração sendo que a porra do pote tava 90% cheio).
Enfim, terminei com ela mas o ranço pelos gatos ficou. Depois disso só tive namoradas que tinha cachorros ou então nenhum pet. Avancemos alguns anos para os dias de hoje.
Estou namorando há quase dois anos, já tenho planos de morar junto com a minha namorada, nos amamos muito e nos damos super bem. Além da parte romântica, temos um companheirismo e uma amizade muito boa, sempre apoiamos um o outro. Claro que já tivemos brigas, eu tenho os meus problemas e ela os dela, mas nada que não conseguimos superar na base da conversa. O único problema é que ela tem 6 gatos.
Recentemente, passei uns 20 dias quarentenado no apartamento dela. Está longe de ser uma kitnet, mas pra 6 gatos eu considero um lugar pequeno.
Eu tive, é claro, todos os problemas com minha rinite, mesmo tomando remédios de 8 em 8 horas pra aliviar. Se os três gatos dessa minha ex davam trabalho, o dobro deles é muito, muito pior pra mim.
Gente, nesses 20 dias eu vi cada coisa que me irritou pra além do limite. Obviamente que não demonstrei isso, mesmo ela tendo plena noção que pra mim bicho é bicho, humano é humano (eu não mimo meus bichos, trato meu cachorro super bem, mas longe de mimar com coisas que acho frescura, tipo dar banho dia sim dia não, fazer comer só T bone australiano ao molho de ervas finas, essas merdas - ele come ração, petiscos e de vez em quando frutas, só). Eu estava na casa dela, regras dela. Só que por amar tanto gatos, e mimar eles, na minha opinião, ela dá carta branca pra eles fazerem o que quiserem, sem consequência nenhuma (nunca dá bronca, não impõe limites).
Somente durante esse período: um dos gatos resolveu afiar as unhas no meu tênis novo (só não estragou pois percebi logo nos primeiros dias e depois escondi - mas encheram eles de pelos em algumas horas, eu não sei como); um outro escolheu a mochila velha da minha namorada pra vomitar bem em cima, cheia de coisa dentro. E não foi pouco. Outro gato afiou as unhas na mochila novinha dela e já arranhou uma parte dela. Tinha literalmente acabado de chegar, ela só colocou no sofá por um instante pra arrumar outras coisas e foram lá estragar.Um outro gato você não pode nem se mexer que ele se assusta, sai correndo e derruba tudo o que vê pela frente.
Eu levei meu notebook pra poder trabalhar. Deixava ele guardado quando não usava, claro, mas enquanto trabalhava, faziam questão de ficar se esfregando nele, enchendo de pelo, queriam subir na porra do teclado toda hora, tiraram ele da tomada umas 3x enquanto carregava e um dia desligaram ele no meio de um trabalho (eu estava distraído e deixei o note uns minutos de lado).
De noite era outro pesadelo. Obviamente eu não deixava nem conseguiria dormir com a porta da suíte aberta, com os gatos circulando, pois a minha rinite simplesmente me mataria. Mas é só fechar a porra da porta que começam a raspar aquela merda. Era a madrugada inteira assim, sem contar aquele miado irritante pra caralho, incessante. Puta que pariu, eu juro que me dava vontade de abrir a porta e dar um chutaço no gato no calor do momento. Claro que não fiz isso, mas a vontade realmente existiu. Pior que nem assim acho que adiantaria. E sim, já tentamos de tudo. Aqueles produtos que supostamente repelem os gatos com cheiros ruins, arranhador, tudo - só não tentei adestrar pois não moro lá e, tirando a exceção da pandemia, eu só fico no apto dela aos finais de semana, ou então ela fica no meu, enão meu convívio com os gatos nunca passou de umas 48h, o que era suportável e não exigiria adestramento. Sem contar que acho que nunca vi na vida um gato que obedece o dono.
De manhã era sempre a mesma merda. Algum gato sempre deixava um vômito de presente em algum lugar da casa. No sofá, na cozinha, em cima da mesa. Parece que escolhem sempre o pior lugar possível pra isso.
Nem preciso falar como são os móveis da casa, não? Zero decoração pois derrubam tudo. Sofás arrebentados. Toda hora pegavam coisa do varal e derrubavam. Mesma coisa com toalhas nos boxes dos banheiros. Eu tinha que me preocupar com meu note toda hora, as vezes queria só pegar algo na cozinha e tinha que esconder ele só pra não pegarem.
"Pote de comida está semi-cheio, tendo ração pra caralho? Vou derrubar ele e espalhar ração pela casa pq quero ver ele cheio sempre. A caixinha de areia tem UM cocô? Vou ficar miando o dia inteiro até alguém limpar isso, pra depois eu sair andando e não fazer as minhas necessidades. Quer ir tomar banho? Vou entrar no banheiro com você, mas no mesmo segundo que você ligar o chuveiro, vou ficar enchendo o saco pra sair. Quer dormir? Vou ficar miando na porra da porta. Quer almoçar? Vou subir na mesa e ficar te batendo com a pata pra me dar comida, pra quando você oferecer, recusar, sair da mesa, voltar em 2min e pedir comida de novo. Abriu o armário pra pegar algo? Vou entrar aqui sem você ver, deixar que feche a porta, depois vou ficar miando e, quando perceber que ninguém vai me ajudar, vou começar a ficar com medo e tirar todas as roupas do cabide. Me pegou no colo pq tô faznendo merda? Vou te arranhar e morder pra caralho (unhas cortadas, pelo menos isso). Tá concentrado vendo TV/jogando/mexendo no pc? Foda-se, vou ficar na frente da tela e se me tirar eu entro na frente de novo. Tá de boas na cama/sofá? Vou pular em cima de você do nada ou te usar como apoio pra pular em alguma outra coisa, foda-se se te assustar."
E acho que o que mais irrita é que, nem mesmo com a minha namorada, eles parecem ligar. O máximo de afeto que eles dão é sentar no seu colo, e mesmo assim tenho as minhas dúvidas se isso é uma demonstração de afeto mesmo.
Eu não sei se é o número de gatos que me deixa puto, ou se eu suportaria se fosse apenas um. Mas na real, eu não consigo gostar desses bichos. Pra mim são seres filhas da puta, egoístas, burros (não aprendem/não querem aprender nada no sentido de adestramento), nem um pouco carinhosos, estragam absolutamente tudo o que você coloca pela frente, ou seja, você vive em função deles e não tem nada em troca, pelo contrário, só despesas. Na minha opinião, viver com gatos é viver em uma prisão onde você precisa satisfazer a necessidade deles 24h por dia.
A minha única tática que funcionou durante esses dias foi a seguinte: spray d'água e espírito de porco. Se eu via algum deles fazendo merda, já corria com o spray e borrifava na cara deles. Isso me dava uns minutos de sossego, pois eles se assustavam e ficavam num canto sem encher o saco. Tem dois gatos que eram os mais folgados (80% do que comentei foi obra só deles). O que eu fiz? Enchi mais o saco deles do que eles o meu. Pegava eles no colo a cada 2 min - coisa que eles odeiam - e ficava um tempo com eles assim, até começarem a miar que estavam irritados. Eu soltava, esperava eles se aconchegarem e pegava eles de novo. No final desses 20 dias, era suficiente eles me verem pra saírem do meu caminho. Se faziam merda, eu simplesmente aparecia na frente deles e eles saiam correndo. Fiquei satisfeito pois sei que consegui controlar um pouco eles sem violência nenhuma (o que é algo deplorável e eu jamais faria, mesmo o meu ódio por eles "pedindo" isso - eu não teria coragem).
Eu só penso que, a bem da verdade, nem isso seria o suficiente pra mim a longo prazo. Eu tive que entrar em um estado de alerta 24h por dia pra borrifar o spray/encher o saco deles e eu não conseguiria viver assim por muito tempo. Meu asco por gatos é tão grande que é só ouvir algum miado que já fico irritado.
Eu imagino que a maioria aqui vai falar que não é bem assim, que nem todo gato é assim. Pode até ser, mas todos os que conheci são esses infernos na terra. Todo amigo meu que tem gato tem alguma história do tipo. De quebrar coisas caras, de machucar pessoas, sem contar que gatos são extremamente nocivos ao meio ambiente, o que eles matam de pássaros e outros animais não é brincadeira.
Sei que cães também podem fazer coisas assim, mas cara, nem mesmo o cachorro mais "destruidor" que tive chegou nesse nível. O máximo que ele fazia era mijar em lugar errado e latir quando eu ia comer.
Enfim, fica aqui o meu desabafo. Deve estar meio desconexo pois escrevi no calor do momento, conforme ia lembrando das merdas que eles fizeram. Me sinto meio peixe fora d'água postando em um site que idolatra gatos, o reddit, mas está aí.
submitted by Enigma_Machine1 to desabafos [link] [comments]


2020.07.24 19:45 TheGoldenMorn Me sinto um peso morto e procrastinação me consome

Já acompanhava esse sub faz um tempo, mas decidi colocar pra fora depois de ver uma situação parecida com a minha aqui. Bom, basicamente eu me sinto um 0 a esquerda em quase todos os aspectos da minha vida. Vou tentar resumir a história, apesar de ser longa, pra depois falar de situações mais específicas em que vivi.
Desde que me entendo por gente, fui um procrastinador. E a única coisa que me fazia não procrastinar eram crises de pânico que me causavam noites de insônia, ansiedade, perda de apetite e todo o pacote de crises desse tipo, geralmente tudo isso acontecia na escola. No término do 3º ano do EM, aprovação do vestibular e entrada na faculdade passei a ter crises surrealmente fortes, passei por tratamento psiquiátrico e psicológico, comecei a tomar medicação. Bom, eu me senti melhor, de verdade. Parei de ter crises de pânico, parei de ter noites de insônia, conseguia me manter mais calmo. Mas, a procrastinação continuou. E isso foi me afetando de outras maneiras. Eu tinha uma namorada desde o Ensino Médio, no final da faculdade ela me deixou quando conseguiu avançar na carreira. Não a julgo, quero dizer até julgo um pouco, mas eu não estava construindo nada. A procrastinação agora agia sem um freio. Antes, regulada pela ansiedade, eu parecia combater um monstro com outro, agora eu simplesmente pareço não conseguir controlá-la. E isso me atinge demais. Bom, após isso tudo, comecei um outro relacionamento e minha vida continuava indo de mal a pior: briguei feio com meu pai, fiquei expulso de casa umas semanas, até capotei o carro e dei PT (um dos motivos pra briga com meu pai). Pra fechar com chave de ouro, minha namorada engravidou. Eu sempre quis ter filho, sempre me vi como um pai, sempre amei crianças, mas o timing foi o pior possível. Minha família me apoiou muito, eu e meu pai fizemos as pazes, a família da minha namorada também, na medida do possível (e eu entendo o lado deles, afinal eu era basicamente um cara que vivia de bicos que engravidou a filha deles num relacionamento recente).

Passado o susto, comecei a estudar pra concurso já que minha área de formação não tinha perspectiva a curto prazo e a procrastinação me consumia diariamente. Tentei elaborar estratégias, mas sempre fugia das obrigações. Tentei fazer o amor pelo meu filho me motivar e me motivou, mas não o suficiente para que eu conseguisse a aprovação. Minha namorada e eu começamos a morar juntos e passamos a brigar MUITO. Meu filho nasceu e eu nunca amei tanto uma pessoa na vida. Foi o momento mais sublime que eu poderia esperar receber como um ser humano. Inspirado nisso, comecei um emprego intermitente horrível que me pagava muito menos que um salário mínimo e ainda me fazia levar bastante trabalho pra casa. Saí depois de um ano quando começaram a atrasar os salários. Foquei num concurso e passei muito bem, mas exigia teste físico e eu estava bem acima do peso (princípio de obesidade). Meus pais se ofereceram pra pagar um personal trainer, mas era caro e tentei fazer exercício na academia. Não consegui bons resultados, comecei a ter crise de ansiedade e aceitei o personal. O personal disse que eu estava muito em cima da hora pra começar com ele, mas podíamos tentar. Comecei a ter dores, tonturas e fisgadas o suficiente pro personal dizer que não daria, que eu poderia ter um infarto ou algo do tipo se continuasse nesse ritmo. Nisso, a mãe do meu filho me deixou. Vivemos com guarda compartilhada e, apesar de ver meu filho sofrendo muito de saudade de mim ou dela, sei que está melhor assim. A relação se tornou mais sadia, muito mais. Continuei tentando focar pra concurso, QUASE passei em um muito bom aqui na minha cidade, mas não consegui. Depois disso, veio a pandemia. Não tenho concurso pra fazer, não tenho bicos pra arrumar dinheiro, basicamente recebi o auxílio emergencial e tô tentando recuperar meu fôlego diário pra estudar. Eu amo ser pai do meu filho, participo de tudo o que posso na vida dele, me sinto uma pessoa útil e boa quando tô com ele. Eu sei que minha família se esforça muito por mim, por me sustentar, me ajudar a sustentar meu filho. Mas, ainda assim, não consigo me focar pra estudar ou arrumar um emprego. Eu não entendo, sabe. AHHHHH...

Tirando essa timeline, aqui vai alguns desabafos: Eu desenvolvi depressão nos últimos anos, acho que dá pra ver pelo meu texto. Tinha deixado de ir pra psicólogos desde 2014 e voltei recentemente, antes de terminar com a mãe do meu filho. Passei a tentar combater meus problemas mais ativamente como a psicóloga aconselhou, coisas como: tinha problemas de auto-estima por conta do peso, ficava muito tempo parado em casa, me comparava demais com outros, então desde que "quase" passei no último concurso, sabendo que poderia ter uma recaída na bad, foquei em exercícios físicos, uma vida mais saudável e dieta. Consegui perder 8kg. Corria/caminhava 6km quase todo dia. Veio a pandemia, perdi a psicóloga (o plano não adaptou pra consulta online), parei de correr fora de casa, tentei adaptar pra me exercitar em casa mesmo, mas não era a mesma coisa. Não tinha mais concursos pra estudar, não tinha mais pessoas pra interagir. Eu moro numa cidade que a pandemia está começando a "cair" depois de ter atingido o pico, então meus pais começaram a chamar pra fazer exercícios aqui na rua de casa mesmo, sem muito movimento. Tô tentando voltar a estudar pra concurso, mesmo sem perspectiva de reabertura. E, não sei, eu queria fazer diferente. Já são 27 anos da minha vida comigo sentindo isso. Queria saber como combater. Eu quero poder sustentar meu filho, ter independência financeira... Minha família é classe média, mas sempre vivemos apertados. Mesmo assim, eles sempre tentaram me ajudar, mesmo eu sendo uma pessoa complicada. Sei lá, eu sinto como se tivesse algo de errado comigo, como se eu fosse o mais próximo de "amaldiçoado" geneticamente.

Sabe quando capotei o carro? Cara, eu não tinha bebido, eu não dormi no volante, eu não estava distraído, eu não estava dirigindo rápido, eu estava simplesmente andando a 60km/h numa reta, meu pneu estourou, eu senti um solavanco, tentei frear, o carro girou na pista e eu capotei algumas vezes. Saí incólume, só com um arranhão num braço, mas sem entender absolutamente nada e com o carro dando perda total. Virou até uma piada interna da família porque ninguém acredita veementemente na minha versão. Recentemente, comecei a me relacionar pela internet com uma garota e no começo, como toda relação costuma ser, foi incrível, mas agora já sinto o peso de tudo isso que vivi novamente. Ela é muito bem de vida, o pai dela é bem rico e, mesmo eu sempre deixando claro das minhas condições financeiras e ela procurando ser compreensiva, eu sei que uma hora isso vai pesar na relação. Sempre pesa. Sei disso porque já me aconteceu duas vezes. Não é interessante ser alguém fracassado na vida. Ainda mais sendo homem (e isso eu não digo falando que homem sofre mais, estou querendo dizer que até nisso o machismo atinge os homens quando você é visto como sendo "sutentando" pela companheira). Ainda mais sendo pai.

Eu nem falei tudo que queria, mas vou parar agora porque o texto tá surrealmente grande. Sei lá, na minha cabeça ter narrado essa timeline bagunçada pareceu importante. Peço perdão por isso. Agradeço só de alguém ler. Alguém aí já conseguiu combater esse mal que me assola? Força a todos.
submitted by TheGoldenMorn to desabafos [link] [comments]


2020.07.20 11:31 Physicallyvoidoflife Fazer amizade com outras mulheres é muito difícil.

O processo de fazer amizade em si já é meio louco na minha opinião, todos os amigos que tenho atualmente são pessoas com quem eu simplesmente fui falando até a gente ter se falado tanto que virou amigo (uma coisa que possibilitou algumas dessas amizades foram os jogos online xdd). Nunca começou com uma intenção de amizade, eu nunca parei pra pensar nesse tipo de coisa, até atualmente ter percebido que eu sinto falta de ter amigas, não que eu não goste dos meus amigos homens (amo todos eles, são uns xuxu), só que a energia masculina e a feminina é totalmente diferente e a dinâmica também, tem coisas que só outras mulheres entendem.

Fazer amigAs nunca foi fácil pra mim, mas depois da adolescência onde eu passei a me assumir pros outros como lésbica ficou mais difícil ainda, grande parte por causa da típica homofobia internalizada onde eu simplesmente me sinto hesitante em chegar e ser muito amigável com outras garotas, com medo de passar a ideia errada, de deixar elas desconfortáveis. LOGICAMENTE eu sei que não tem nada a ver, é só uma conversa e não deveria ter nada errado em me interessar platonicamente por outros seres humanos, somos criaturas sociais!!11! Porém na prática eu fico com ansiedade batendo no teto e simplesmente evito puxar assunto por dois dias seguidos, lmao. Também sinto que mulheres são muito mais difíceis de se aproximar online do que homens? Do tipo se interessar muito menos e dar muito menos brecha pra assunto, mas aí eu já não sei se é assim mesmo ou se eu que dei azar consecutivamente.

Antes de ir para a parte final vou deixar claro que eu JÁ tenho uma namorada sou MUITO feliz com ela e NÃO estou romanticamente carente ou coisa do tipo, tá TUDO CERTO nessa área (ironicamente, arrumar namorada nunca foi problema, mil vezes mais fácil que amiga askdjbnadsjhasdbasd).
Agora o motivo de eu estar finalmente me sentindo frustrada o suficiente pra fazer uma conta nova (vergonha de quem me conhece ler isso) pra criar esse post é: conheci uma garota legal para um caralho aleatoriamente. As vezes eu consigo passar um tempo com ela e eu me divirto MUITO. A gente tem um humor parecido e eu consigo passar horas de bobeira ou compartilhando uma atividade, eu fico até com saudade quando ela passa muito tempo sem dar notícias. Isso é muito raro porque eu não costumo me interessar pelas pessoas tão rápido (eu sou fácil de conversar a bato papo com todo mundo, porém eu sou mais de aparecer de vez em quanto pra trocar uma ideia do que de bater na mesma tecla várias vezes). A última vez que me senti tão sincronizada com uma pessoa foi quando um belo dia sentei na cadeira na frente do meu melhor amigo do ensino médio (com quem eu falo todos os dias até hoje) e comecei a falar com ele. Eu fico até meio ansiosa porque se ela resolver simplesmente sumir eu vou ficar muito triste aaaaaaa, nunca falei nada disso pra ela. Por mais que ela também pareça gostar da minha companhia (pelas reações e comentários dela), eu sinto que ela simplesmente é assim com todo mundo e qualquer pessoa que estiver online serve, nossa conversa (no privado) só vai mesmo pra frente se eu estiver liderando ela e a gente só passa um tempo fazendo algo (jogando por exemplo) se eu chamar. Eu me contentaria com isso se eu soubesse que esse nosso convívio fosse rolar sempre, mas não parece provável pela experiência, os gostos e as rotinas das pessoas mudam. Eu acho que não teria coragem de me colocar nessa posição tão vulnerável que é falar pra ela esses meus sentimentos de SEJA MINHA AMIGA POR FAVOR, sdjbnjskfdsf.
É estranho desejar a amizade de uma pessoa específica? As histórias que eu consumi enquanto crescia sempre relacionaram o interesse e a saudade com o romance ou com a família.
Tl;dr: só sei fazer amizade com homem e isso me deixa triste.
Obrigada por virem ao meu ted talk. Respiro melhor só de ter compartilhado.
submitted by Physicallyvoidoflife to desabafos [link] [comments]


2020.06.30 18:16 marvinpls achava que ter ranço de sogra era só meme

pois descobri que odeio a minha, AQUELA FILHA DA PUTA.
Aconteceu agora pouco mesmo. Estava sendo um dia feliz, apresentei meu TCC hoje e compartilhei esse momento único com a minha namorada. Foi super cedo e não tinha como chamar convidados de última hora, então liguei pra ela pra conversar sobre ideias diversas após a apresentação.
Fizemos mais ou menos 1hr e meia de call que, como qualquer casal feliz um com o outro, passara tão rápido quanto 10 minutos de conversa.
Ela trabalha bastante e não tem dinheiro pra quase nada. Parte do salário dela é pra pagar conta de casa ou as próprias contas dela, que são de necessidades mesmo. Se ela gasta 10 reais que só sobrou no mês, provavelmente é uma grana que vai fazer falta no próximo, e isso me deixa muito triste pois eu mesmo não consigo ajudar as vezes pq tb tô desempregado.
Ontem ela esqueceu o carregador do cel dela no job e precisaria ir hoje de manhã buscar pra conseguir trabalhar (ela dá aula de inglês online, as vezes presencial pois em casa a internet é instável) e parece que simplesmente a manhã legal que tivemos foi pro ralo quando a mãe dela começou a xingar e gritar com ela simplesmente por ela ter que ir no trabalho buscar o carregador. Fiquem com o diálogo exato de como começou:
(rola mais um pouco de gritaria)
e ela desligou a chamada.
Eu namoro essa menina tem 4 anos, isso aconteceu várias vezes na verdade. É bastante complexos pois, a mãe dela claramente tem problemas psicológicos. Não somente, mas o pai também, e ela meio que vive nesse inferno tentando agradar os dois e pagando as contas, mas não parece que há um mínimo de carinho recíproco. Ela tem uma situação muito difícil e os pais trabalham numa praça da cidade vendendo algumas coisinhas, mas devido ao corona, as vendas tão muito baixas.
Ela quer mudar de vida, eu quero mudar com ela também. Temos um sonho de morar junto o mais rápido possível pra nos livrarmos desse problema. Obviamente não é largar os pais, mas pelo menos manter distância desse comportamento tóxico que deixa ela cada vez mais pra baixo, e já afetou muitas áreas da vida dela e até mesmo no nosso relacionamento.
Enfim. SOGRA FILHA DA PUTA. Que ÓDIO. Isso sem falar o descaso dela com a filha. Eu e minha namorada juntamos nossos ingressos de cinema desde que nos conhecemos, é nosso "tesouro pessoal", e cês acreditam que a mulher já jogou "por engano" fora? Ela se arrependeu e catou do lixo depois... mas pra vcs verem que ela não tem respeito nenhum com mexer e remexer o quarto dela como bem entende, além de querer mandar em tudo, arrumar problema com qlqr coisa... Teve um dia que eu escutei 5m de gritaria pq minha namorada havia deixado a janela do banheiro aberta... Não era nem janela da sala que sei lá, poderia entrar mosquito (?) Era a porra da janela do BANHEIRO.
Minha mina é muito dedicada no que faz, cês tinham que ver ela dando aula pros pirralhinho online. Uma das melhores professoras que já vi sem enviesamento. Ela inclusive já foi orientada à diminuir a qualidade das aulas delas pois de acordo com a coordenação, "não precisava visto que você trabalha muito e precisa tá sempre fazendo muitas aulas, é melhor diminuir a qualidade dos slides/aula e passar algumas revisões pra que renda mais conteúdo". Infelizmente parece ser um fardo que vamos carregar por um tempo ainda, pois sem muitas previsões certas de sair de casa ainda.
Ah, ela tá com ideia de fazer aula particular, mas tem sido foda arrumar aluno. Ela já trabalha pra 2 curso de inglês mas pagam tão bem quanto 1 pastel e 1 caldo de cana.
Enfim, é isso.
submitted by marvinpls to desabafos [link] [comments]


2020.06.07 15:18 c4rlossamurai-mig Dia 12, desemprego, família

Dias 12 eu vou ir ficar com uma pessoa que eu tenho uma relação incrível planejamos até quem sabe namorar como as coisas irem entre nós, meio que já tratamos um ao outro como namorados, e nesse dia vou conhecer a família dela. Eu estou feliz demais com isso mas eu me sinto tão ansioso e pressionado, pelo fato de eu estar desempregado porque a minha mãe falou, nunca vi um desempregado arrumar namorada. O que ela disse me afetou tanto, que me senti não merecedor de ter alguém pra amar afinal, meu último emprego foi em agosto do ano passado e o que eu vou dizer a família dela quando me questionarem "você faz o que da vida ?" E por aí vai porque esperam isso da gente.
Mas pera aí, eu preciso estar empregado pra poder amar alguém ? Eu só sou digno de me relacionar com alguém se eu trabalhar ? E o que dá a entender é isso Mas porque isso me afeta tanto ? Essa cultura me faz quantificar a vida como se fosse uma corrida ou uma lista de obrigações, no entanto eu entendo completamente que eu preciso viver além de só namorar e isso inclui trabalhar, mas porque a cobrança vem forte agora quando eu só quero me relacionar com outra pessoa ?
Como eu posso lidar com mais leveza até eu arrumar um emprego sem deixar essa aflição afetar meu relacionamento ?
submitted by c4rlossamurai-mig to desabafos [link] [comments]


2020.06.06 19:31 erick_rednose Minha história de fracasso na vida antes dos trinta

Olha eu tenho problemas mentais graves, desde infância e nunca tratei, passei minha vida toda sem sequer ter amigos a não ser aqueles de igreja e talz, tenho fobia social e minha vida é um inferno pois tudo nessa sociedade requer uma convivência social, estudar, ter emprego, namorada etc eu me sinto de mãos atadas em meio a sociedade.
Tenho 24 anos só consegui emprego uma vez e só fiquei três meses pois nunca sou chamado em entrevistas,quando sou até que me saio bem pois eu lido bem em uma entrevista onde só há eu e mais uma pessoa, porém no dia a dia eu não sabia lidar com as pessoas.
Tb não sou inteligente, "estudei" em escola pública e tal, fiz técnico na Etec mas aprendi muito pouco, só terminei o curso por pressão tanto da família quanto da comunidade religiosa que cresci, pois, todos meus amigos estavam fazendo algo e eu tinha que correr pra n ficar pra trás, e ao contrário de mim eles eram muito inteligentes, eram medalhas de ouro nessas olimpíadas aí do MEC, embora n possess parecer muita coisa, pra um aluno de escola pública é um grande feito.
Desde o curso técnico até a faculdade eu não conseguia arrumar grupos para fazer trabalhos, e qd conseguia era o pior grupo e só eu fazia o trabalho e além de eu estar sobrecarregado aliado a minha falta de capacidade, o desempenho sempre abaixo. Já fui inclusive humilhado publicamente pelos professores da Etec certa vez,p numa apresentação isso em 2010. Na faculdade fiquei menos de seis meses e saí, não conseguia acompanhar o conteúdo mesmo estudando em casa e tb não arrumava grupos para trabalhos etc e não aguentei a pressão de não ser autosuficiente intelectualmente falando e de passar o intervalo sozinho.
Já tentei concursos públicos tb, um da escola de oficiais da polícia aqui de sp, estudei muito, praticamente 2 anos tb estava na facul, comecei a passar o dia treinando e estava seguro que iria passar, passei nos primeiros testes, provas escritas, física, prova de saude qd foi o último eu dancei, o psicológico.
A impressão que tenho é que tudo que eu faço dá errado, já tem uns dois anos que não tento mais nada, até msm pq 24 anos de fracassos já deu pra ver que o problema sou eu, minha falta de capacidade intelectual e social e pior, minha família nunca me ajudou, pelo contrário minha mãe sempre colocou pressão em mim e ficava falando que ela não tinha filho derrotado e como minha derrotado era óbvia ela em outras palavras me rejeitou mas não é culpa dela e sim minha. De fato meus irmãos são todos bem sucedidos, mais velhos que eu TB nunca me ajudaram em nada e nem é obrigação deles.
O fato de eu ter feito técnico e iniciado faculdade em TI sendo inapto pra esse tipo de inteligência e ter insistido nisso fez com q eu perdesse muito tempo em algo que não me deu retorno. A pior parte é que eu já aceitei minha derrota mas não existe um botão pra desligar, caso houvesse eu o apertaria, não obstante, continuo vivendo sendo um fardo pra minha família.
Me afastei e isolei socialmente 100% não pela minha fobia mas por vergonha, mesmo meus amigos que nem estudaram e qd digo estudaram me refiro a escola regular, hj estão casados, tem carro, profissão, filhos e são realizados até amigos meus que foram presos hj estão melhores que eu no ponto de vista financeiro.
Fora a minha criação religiosa que vcs não tem idéia o quanto a pressão que a religião causou em mim fez na minha vida, desde criança vendo as outras pessoas como pessoas que tenho que evitar, hj sou ateu do lado n sei se Deus existe, 4 anos atrás eu era fanático religioso. Hj penso em virar mendingo e deixar de ser um parasita na minha família e viver revirando lixo.
Minhas características: Sou afrodescendente, 24 anos, 1,80 de altura era forte antes da depressão me pegar, autista, ansioso anti social, nunca tive namorada, nunca bebi nem fumei ou usei outras drogas, tenho síndrome do Pânico,tenho diploma de ensino médio, técnico e certificado avançado em inglês, curso superior incompleto.
Conselhos que dou para não cometer os mesmos erros e não fracassar igual a eu: seja social, não importa o que seu pastor diz, vá pra festas, namore, só seja responsável e cuidado com uso de drogas e com gravidez precoce, mas estou certo que os danos mentais advindos do isolamento social na adolescência seja pior do que qualquer gravidez precoce.
Daqui pra frente permaneço nesse limbo, o país tb n me da expectativa alguma, só vou tentar resguardar minha integridade física até o último momento e será isso.
submitted by erick_rednose to brasil [link] [comments]


2020.05.04 02:54 SatokoHoujou Descobri que sou trans. E agora?

TL;DR abaixo com as perguntas que gostaria de sanar, o resto é desabafo e contextualização.
Oi gente, tudo bem? Recentemente me descobri trans (MtF) depois de anos achando que era apenas um fetiche ou vontade de fazer crossdress. Gostaria de tirar algumas dúvidas sobre TH e também desabafar e conversar um pouco com quem também passa/passou por isso e como lidar. Só para clarificar, ainda estou usando pronomes/nome masculino mesmo, porque...
Sinceramente, eu não me sinto uma mulher. Isso é normal? Eu sei que gostaria de ser uma mulher, mas vivendo quase 23 anos como homem me sinto muito hipócrita em dizer que me sinto uma mulher. Já me acostumei a viver assim. Minha vida é uma eterna monotonia. Faço faculdade e estágio. Não tenho amigos, não tenho vida social, meu único hobby é jogar vídeo game, então que diferença faria? Sinto que para mim a transição seria uma forma de escapismo. Como um meme que vi: "não arrumei uma namorada, então eu mesmo viro a namorada". E se for uma fase?
A primeira vez que senti uma certa disforia foi assistindo um anime em que um personagem era crossdresser, porque se sentia fraco como um homem e recorreu a essa opção, de viver sua adolescência como uma menina. Esse foi o primeiro momento em que eu se quer cogitei que aquilo podia ser uma opção para mim. "Eu também não gosto de ser homem, e se eu fizesse crossdress?" Pedi para meus pais comprarem um vestido para mim sob o pretexto de fazer cosplay, mas infelizmente foi sem sucesso. O outro motivo é que eu me sinto mal por como isso foi despertado. Se eu nunca tivesse assistido esse anime, não estaria passando por isso agora?
Não tem como eu me iludir pensando o quão bom teria sido fazer a transição antes, eu nem sabia que isso era uma opção. Via 'travestis' com maus olhos, jamais que eu queria ser aquilo. O que me lembra que até uns 12 anos eu era extremamente homofóbico e transfóbico, mas isso é porque eu morava em uma cidade minúscula onde todo mundo é assim. Mais engraçado ainda é lembrar que quando eu tinha uns 5 anos eu tinha muito medo de "ser gay", porque associei o que escutei de adultos a algo ruim, digno de vergonha. Lá pelos 13 anos, comecei a questionar minha sexualidade, se eu possivelmente era bissexual, e infelizmente até hoje não tive a oportunidade de sanar essa dúvida, e um pouco se deve ao medo.
Eu sempre tive cabelo grande, desde os 9 anos. Sempre ODIEI meu cabelo curto, tentei deixá-lo curto várias vezes, e o resultado sempre era o mesmo: eu odiava, me arrependia, às vezes chorava, e ficava me sentindo burro por ter que ficar esperando um ano e meio até que crescesse. Deixei crescer acho que 5 ou 6 vezes ao longo desses anos. Hoje eu imagino que seja porque realça demais a masculinidade no meu rosto, o que dá para disfarçar um pouco sem estar curto. A última vez que cortei eu havia decidido que não deixaria mais crescer, porque queria ter mais oportunidades profissionais sem que o cabelo fosse um empecilho em entrevistas. Mudei de ideia, e quis deixar crescer de novo para dessa vez fazer crossdress. Estava decidido que iria me depilar inteiro, arrumar uma roupa legal, e realizar esse desejo secreto o qual sonho por pelo menos 8 anos. Mas tinha que ser algo genuíno, por isso quis deixar crescer de novo; nada de peruca, pois não me sentiria bem. Depois disso, poderia cortar de novo e seguia com o plano original.
Era esse o plano até a minha ficha cair: eu não gosto de ser homem, de parecer homem, e preferiria ser e parecer uma mulher, mesmo não sabendo explicar o porquê. E aí o desespero bateu, pois eu já passei há tempos da puberdade, sinto que não tenho mais um "rostinho de bebê" que tinha até uns 19, e a passagem do tempo me dá medo demais. Eu preferiria desistir da ideia, não ter que lidar com o preconceito, mas e se eu me arrepender quando estiver muito mais velho? Tem como eu empurrar isso para debaixo do tapete e fingir que nunca aconteceu? Acho que não.
Então dito isso, eu acho que estou na idade certa para fazer a transição. Não tão jovem quanto eu gostaria, mas suficientemente para ter ótimos resultados e começar a viver da maneira que eu quero. Isso se não fosse pela questão financeira ): Atualmente, eu sou estagiário em uma escola, estou no último ano de Letras, e quase todo meu dinheiro é para pagar a mensalidade da faculdade. Em dezembro, termino a faculdade e meu contrato de estágio acaba. A partir do ano que vem imagino que eu consiga arrumar um emprego como professor e ganhar cerca de uns 1800 reais, sem considerar a situação do Covid. O quão viável seria esse dinheiro para começar a pensar em depilação a laser e na transição?
Eu continuaria a morar com os meus pais, sei que isso está longe de ser o ideal, mas eu não vejo como conseguiria pagar aluguel enquanto pago as coisas relacionadas à transição, até porque eu não tenho nem roupa ou maquiagem alguma. Meu pai é aquele tipo de pessoa "o filho do vizinho ser gay tudo bem, mas o meu não", mas eu acredito que com tempo ele aceitaria. Minha mãe eu sei que aceitaria, se não fosse pela questão da insegurança e dificuldade de arrumar emprego. Por isso, tenho certeza que ela iria me desencorajar e dizer que é só uma fase.
Apesar disso, acho que eu preparei o terreno suficientemente bem ao longo dos anos: sabem que gosto do meu cabelo grande, já contei para eles diversas vezes que queria fazer crossdressing, usei maquiagem por uma época, aos 13 anos, e recentemente comecei a me depilar. Eu até fiz uma tentativa de sair do armário para minha mãe. Uma vez que o assunto encaixou, mostrei uma foto de transição de uma pessoa que era muito musculosa e barbuda, e havia se tornado uma mulher lindíssima. Aí eu falei: "se fosse para ficar bonita assim, até eu iria querer tomar hormônios". Ela respondeu: "sério? Que estranho". Foi literalmente isso. Estava na expectativa de ela me perguntar algo, mas nunca mais tocou no assunto. Não sei se foi só insensibilidade dela ou se também é um assunto o qual ela prefere evitar.
E sobre a transição em si, o quão viável é fazer pelo SUS ainda esse ano considerando a situação da pandemia? Se eu fizesse isso particular, quais passos eu teria que tomar? Consultar um endocrinologista e se der tudo certo, comprar os hormônios? Quanto isso + depilação a laser custaria? Moro em uma cidade no interior de SP com cerca de 700 mil habitantes, para contexto. Isso me parece o essencial, porque não tenho como ser passável com sombra da barba e por isso estou muito ansioso para poder fazer essa depilação a laser. O resto do corpo acho que fica decente depilando com creme depilatório e usando lâmina, mas o rosto não tem como, fica mt ruim ):
Considerando tudo isso, o medo que mais me assola: enfrentar isso e não ser passável. Sei que nunca vou ter dinheiro para FFS, provavelmente nem outras cirurgias, pois é caro demais. Só vou poder contar com a genética, hormônios e depilação mesmo. Será que eu me sentiria bem ou iria me enxergar ainda como um homem? O que me conforta um pouco é ver resultados de pessoas que começaram em uma situação muito pior dentro do contexto MtF, tipo que eram gordas, carecas, e mesmo assim, com tempo, se tornaram mulheres bonitas. E só para deixar claro, eu sei que a transição não é uma corrida de quem fica mais passável, o intuito é se sentir bem sendo quem você é de verdade, certo? Mas não vejo como tirar esse medo da cabeça.
E é isso, estou desse jeito desde o final de março, angustiado, sem conseguir me concentrar em nada. Fico muito chateado em ver minha mãe me perguntando porque estou tão desanimado, se eu estou doente porque só fico deitado o dia inteiro, e não posso falar nada porque ainda não tenho coragem, e tomar alguma atitude agora também parece muito difícil por quase da pandemia. Tive dois sonhos com essa situação, um deles foi contando para minha mãe, o outro foi usando meu nome novo, que já havia escolhido há um tempo. Me senti bem mal quando acordei ):
Não acredito que consegui escrever isso, sinto que foi um peso tirado das costas. Desculpe se disse algo insensível ou ofensivo, não foi minha intenção. Desculpe também pelo wall of text e agradeço muito a quem leu até aqui.
TL:DR: O quão viável é começar a transição atualmente pelo SUS? Quanto custaria, em média, se eu fizesse uma consulta particular com endocrinologista e comprasse os hormônios? Quanto custa, em média, sessões de laser e quanto estima-se gastar até retirar todos os pelos possíveis?
Atualmente moro com meus pais, sei que a reação deles seria neutra, não me expulsariam de casa nem nada. Termino a faculdade esse ano. Seria uma má ideia cogitar a transição agora/ano que vem? Eu poderia arrumar um emprego na área enquanto moro com eles para economizar no aluguel, não sei se aguento esperar ganhar suficientemente bem para morar sozinho ):
submitted by SatokoHoujou to transbr [link] [comments]


2020.05.01 18:22 chemicalDM Hoje é minha vez de desabafar.

Costumo responder e dar minha opinião ou uma palavra amiga pras pessoas daqui. Hoje é minha vez de colocar pra fora o aperto no peito.
Desde que começou a quarentena, tô na mesma que muitos de vocês: em casa. Hoje, em especial, fazem três semanas que não piso fora daqui. Tava lidando muito bem até hoje, eventualmente conversando com meu pequeno grupo de amigos, cozinhando e vendo um filme aqui e ali.
Essa última semana, porém, foi o inferno. Começando pelo aniversário da minha namorada. A gente não tem muito assunto em comum, são quatro anos já de namoro, mas levamos no peito. Problema é, ela queria que eu furasse a quarentena pra ficar com ela no aniversário, mas moro com um asmático. Falei disso em um comentário a uns dias.
Problema é que ela não entende o isolamento, apesar de ser veterinária. Sai quase todos os dias, ontem saiu pra fazer um ensaio fotográfico (num lugar deserto, ao menos) com um amigo que não tá respeitando o isolamento (porque precisa trabalhar). Hoje quer ir no portão da avó com a família pra cantar parabéns. Amanhã sai pra estagiar e domingo também. E tem sido assim desde o começo. Dois dias em casa são um recorde pra ela. Não aguento mais a gente discutir por isso e ela me acusar de não me importar com ela porque não estou indo lá visitar (já inclusive fez chantagem do tipo: "vou arrumar alguém pra me comer, já que você não faz caso" e coisas como "o namorado da minha amiga vai ver ela toda semana do portão". Eu não tenho nem como pegar ônibus pra visitar ela porque é intermunicipal).
Fora isso, meu grupo de amigos é minúsculo. Do tipo, sete ou oito pessoas no máximo e não tenho amigos da faculdade, embora me dê bem com eles. São eles que tão me dando aquela força, mas essa semana todo o stress tá sendo difícil. Não quero alugar eles com meu namoro, até porque em quatro anos já tem muita história e todo mundo já conversou muito comigo sobre.
Em casa, eu cozinho pra três pessoas (eu incluso) quase todos os dias. E reparei que um deles não me oferece nem uma colher de doce de leite ou uma panqueca quando faz. Emprestei pra esse minha TV e PS3 justamente porque ele não tem muito o que fazer aqui, além do comoutador. Desde o começo da quarentena não encostei em nenhum dos dois e tenho visto meus filmes na tela do computador mesmo. Ainda assim, sigo firme no martírio culinário e de entretenimento pra tornar a convivência melhor, religiosamente.
Quanto à faculdade, parada. Trabalhando de casa por home office (o que tem sido bem difícil e cansativo), mas também na resistência e martírio (lidar com adolescente é estressante, vão por mim).
Só de escrever isso tudo, já me sinto um pouco melhor. Obrigado a quem leu, espero que fiquem bem e fiquem em casa (lavem as mãos sempre).
submitted by chemicalDM to desabafos [link] [comments]


2020.04.16 20:49 dogsdeserveheaven Ajuda: discrepância em tratamento dos filhos.

Tenho um problema inusitado.
Sou filho de "acidente" do meu pai com minha mãe que era uma "namorada" dele. Depois de fazer 2 anos, meu pai se casou com outra mulher e tiveram uma filha, ou seja, tenho uma meia-irmã.
Meu pai me bancou um curso de graduação, foram 5 anos de estudo, nenhuma DP ou custo adicional, calculei os gastos com a faculdade em torno de R$50.000,00 reais (60 meses, a última mensalidade foi de R$1000,00).
Meu pai é bem de vida: cresceu como um tipo moderno de "agiota", e paga uma faculdade de medicina particular pra minha irmã (15 mil reais por mês). Eu fiz uma faculdade básica (mensalidade era R$1000,00 quando terminei o curso em 2015). Meu pai pagou toda a faculdade, e me paga plano de saúde e celular (plano familiar, tem desconto, ele banca). Entretanto o desbalanço com a minha irmã é óbvio: ela mora com ele, sempre morou, e eu nunca.
A mensalidade da faculdade da minha irmã, como já dito, é de R$15000,00. Em um ano isso dá R$180.000,00, fora reajustes. Vão ser 6 anos disso, o que coloca os números em torno de R$1.080.000,00. Fora isso, pra terem noção do absurdo de luxo da minha irmã, ela teve uma festa de METADE DE CURSO (eu nunca tinha nem ouvido falar dessa porra). Foi na metade do ano passado, e foi num espaço CARÍSSIMO em SP. Lá, bêbada, ela me falou que A FORMATURA DELA IA CUSTAR R$30.000,00 POR FORMANDO, e que o pai estava pagando. Enquanto isso eu estou me sacrificando pra pagar uma segunda graduação, com as poucas economias que juntei, cuja mensalidade é R$600,00 e que meu pai se negou a pagar. Ah, fora isso, no fim do ano passado eu decidi operar uma vista (miopia e astigmatismo, custou R$2500,00, como eu estava bem de vida na época e tinha como pagar, fiz). Meu pai não quis bancar dizendo que era bobagem; em contraste, minha irmã colocou silicone nos dois peitos (preço das PROTESES costuma variar de R$1500 a R$3000,00). Fora isso, minha irmã já viajou pra mais de 10 países, sempre bancada pelo meu pai. Eu fui pros EUA três vezes apenas, uma com meu pai e duas sozinho pra ficar na casa de um amigo; minha irmã fica em hoteis.
Fora isso, minha irmã fez, há ~10 anos, uma festa de 15 anos no clube mais caro da cidade. Chuto que a festa deva ter custado em torno de R$100.000,00, e o vestido dela provavelmente mais de R$5000,00. Fora isso, meu pai deu um MINICOOPER pra ela ir pra faculdade. Pra mim ele deu uma Saveiro velha (2006) que tinha rolo na justiça e foi tomada.
Quero saber como posso proceder pra arrumar esse ÓBVIO desbalanço, e preciso fazer isso o quanto antes: meu pai é alcoolatra e minha madrasta é super bem de saúde. Ele provavelmente vai morrer antes dela, e se a partilha/discussão ficar entre eu, minha irmã e minha madrasta, vou me foder lindamente.
submitted by dogsdeserveheaven to direito [link] [comments]